Provérbios Cap. 11
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A Sabedoria da Pluralidade de Líderes e a Prestação de Contas
Para o funcionamento saudável de uma igreja local, é fundamental compreender a distinção de papéis e a estrutura de liderança estabelecida no Novo Testamento. A Bíblia apresenta ofícios claros: os diáconos, encarregados de suprir as necessidades materiais e logísticas da igreja, e os pastores (ou anciãos/bispos), que devem se dedicar às necessidades espirituais do rebanho. Este cuidado pastoral não é exercido apenas à distância, do púlpito, mas requer um envolvimento pessoal, visitando e cuidando das almas.
No entanto, um dos maiores riscos para o ministério é o isolamento da liderança. Tanto nas Escrituras quanto na história da igreja — especialmente durante a Reforma Protestante — observa-se a sabedoria em se estabelecer uma pluralidade de anciãos. O modelo de um "pastor único" e soberano sobre a congregação carrega perigos inerentes.
Quando um homem pastoreia sozinho, cria-se um ambiente propício à falta de prestação de contas. Mesmo que a igreja tenha o dever de observar e, se necessário, repreender o pastor, na prática, isso raramente acontece. O fato de o pastor geralmente possuir maior formação teológica e preparo acadêmico pode intimidar os membros. Um leigo pode recear confrontar um erro doutrinário ou comportamental, temendo ser refutado por argumentos técnicos que não domina.
"Na multidão de conselheiros há segurança." (Provérbios 11:14)
A solução bíblica para esse dilema é a pluralidade. Quando há vários pastores trabalhando em conjunto, cria-se um sistema de proteção mútua. Outros líderes, com nível semelhante de estudo e maturidade, possuem a capacidade e a autoridade para confrontar, exortar e cuidar uns dos outros. Se um pastor começa a desviar-se, seus pares podem corrigir a rota antes que o dano se estenda à igreja.
Portanto, o pastorado solitário deve ser visto com extrema cautela. É responsabilidade vital de um líder cristão não apenas pregar, mas investir intencionalmente no treinamento de outros homens da congregação. O objetivo deve ser levantar novos líderes e pastores, garantindo que a igreja não dependa de uma única figura, mas seja governada por um conselho de homens piedosos que prestam contas uns aos outros e a Deus.
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