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Apocalipse Cap. 13

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Capítulo 13

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Apocalipse

Versão: KJA
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1 Então, observei que emergiu do mar uma Besta que tinha dez chifres e sete cabeças e, sobre os chifres, dez coroas, e, em cada cabeça, um nome de blasfêmia!

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2 E a Besta que vi era semelhante a um leopardo, porém tinha pés como os de urso e boca como a de leão. O Dragão passou à Besta o seu poder, o seu trono e grande autoridade.

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3 Notei que uma das cabeças da Besta parecia ter sofrido um golpe mortal, contudo, tal ferimento de morte foi curado. E toda a humanidade ficou maravilhada e seguiu a Besta.

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4 Passaram a adorar o Dragão, o qual tinha transferido autoridade à Besta, então todos também começaram a adorar a Besta, exclamando: “Quem é semelhante à Besta? Quem pode guerrear contra ela?”

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5 À Besta foi concedida uma boca para pronunciar palavras arrogantes e blasfemas, e lhe foi transmitida autoridade para realizar suas obras por quarenta e dois meses.

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6 Então, abriu a boca em blasfêmias contra Deus e para amaldiçoar o seu Nome, seu Tabernáculo e os que habitam nos céus.

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7 Foi-lhe concedido também poder para guerrear contra os santos e vencê-los. E recebeu autoridade sobre toda tribo, povo, língua e nação.
Versículo 7
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Diego Vieira Dias há 4 semanas

1. Apocalipse: A Revelação da Esperança e a Vitória Final da Igreja (Ap. 1:3; Ap. 17:14)

A Essência da Mensagem: Um Livro de Vitória e não de Medo

No imaginário popular, o Apocalipse é frequentemente associado a catástrofes, destruição e medo. Quando ocorrem desastres naturais, guerras ou crises globais, é comum ouvir referências ao "fim dos tempos" com um tom de pavor. No entanto, essa visão distorcida ignora o propósito central do livro. Longe de ser um roteiro para causar terror, o Apocalipse é, fundamentalmente, uma mensagem de esperança e vitória.

O próprio texto introduz essa perspectiva positiva logo em seu início, declarando uma bem-aventurança sobre aqueles que interagem com sua mensagem:

"Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo." (Apocalipse 1:3)

Se a leitura do livro traz felicidade (bem-aventurança), ele não deve ser encarado com receio, mas com boa expectativa. A chave para compreender essa mensagem reside no conceito de vitória.

A Estatística da Vitória (Nikaô)

Uma análise linguística do texto original grego revela um dado surpreendente. O verbo grego para "vencer" é nikaô (raiz de onde derivam nomes como Nícolas e a palavra Nike, associada à deusa da vitória). Ao compararmos a frequência deste verbo em todo o Novo Testamento, o Apocalipse destaca-se de forma absoluta.

Enquanto livros como Romanos ou os Evangelhos utilizam o termo poucas vezes, o Apocalipse contém a maior concentração de ocorrências do verbo "vencer" em toda a Bíblia (cerca de 28 vezes). A mensagem é reiterada constantemente, especialmente nas cartas às sete igrejas, onde cada promessa termina com a fórmula: "Ao que vencer..." (Ap. 2:7, 11, 17, 26; 3:5, 12, 21).

Isso define a teologia do livro: O Apocalipse é o livro da vitória da Igreja. Ele revela que, apesar das aparências contrárias no cenário mundial, o destino final do povo de Deus é o triunfo.

O Paradoxo da Vitória Cristã

É crucial, contudo, alinhar o conceito de vitória com a realidade bíblica apresentada por João. O Apocalipse não é um "conto de fadas" onde tudo ocorre sem dificuldades. Pelo contrário, o livro é realista e descreve batalhas intensas.

A vitória no Apocalipse não significa ausência de sofrimento no presente. O texto admite que, em um primeiro momento, as forças do mal parecem triunfar. Há passagens que descrevem o inimigo "vencendo" os santos fisicamente:

"E foi-lhe permitido [à Besta] fazer guerra aos santos, e vencê-los..." (Apocalipse 13:7)

Este "vencer" do mal, entretanto, é temporário e físico. A vitória da Igreja é eterna e espiritual. O livro ensina que o verdadeiro vencedor não é aquele que vive uma vida livre de problemas, mas aquele que, mesmo diante da perseguição, da dor e da morte, não nega a sua fé.

A analogia utilizada é a de uma grande reforma: suporta-se o caos, a sujeira e o desconforto da obra (o tempo presente de tribulação) porque se tem a visão clara da casa renovada e pronta no futuro (a Nova Jerusalém). O Apocalipse fornece essa "visão do futuro" para que a Igreja tenha forças para suportar o "canteiro de obras" do presente. A garantia final é absoluta:

"Eles, pois, o venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram..." (Apocalipse 12:11)

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8 Todos os habitantes da terra adorarão a Besta, ou seja, todos aqueles que não tiveram seus nomes escritos no Livro da Vida do Cordeiro, que foi imolado desde a criação do Universo.
Versículo 8
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Diego Vieira Dias há 5 dias

1. O Panorama da História Divina: Da Eternidade à Redenção (2 Tm. 3:16-17; Jo. 1:1-3; Ap. 13:8)

A Eternidade de Deus versus a Linha do Tempo Humana

Para compreender a história bíblica em sua totalidade, é essencial visualizar a existência humana e divina através de uma linha do tempo conceitual. Nessa representação, a história da humanidade possui um ponto de partida definido e um encerramento aguardado. Antes desse início, encontra-se o que a teologia frequentemente chama de "eternidade passada", e após o fim, a "eternidade futura". No entanto, essa linearidade faz sentido apenas para a humanidade, que está invariavelmente presa às limitações do tempo.

Deus não passou a existir quando a história humana começou; Ele é eterno e atemporal. A contagem dos dias, a sucessão de noites, o conceito de ontem e amanhã — tudo isso passou a existir apenas no momento da criação do universo. O texto fundamental que inaugura as Escrituras estabelece exatamente esse marco zero cronológico e material:

"No princípio, criou Deus os céus e a terra." (Gênesis 1:1)

A atemporalidade divina é um conceito complexo, mas vital para o entendimento da metanarrativa bíblica. Como Deus é maior do que o tempo, para Ele não existe um "antes" ou um "depois" em termos de espera temporal. Ele existe num perpétuo e eterno presente. É sob essa ótica que se compreende a atuação da Trindade e, especificamente, o papel de Cristo como co-criador do universo, conforme atestado no Evangelho de João:

"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez." (João 1:1-3)

Cristo, sendo Deus, estava presente antes da fundação do cosmos. Contudo, a profundidade dessa atemporalidade revela uma face surpreendente da redenção. Se olharmos apenas para a história humana, o sacrifício de Jesus na cruz ocorreu no meio da nossa linha do tempo cronológica. Porém, a perspectiva eterna revela uma verdade mais profunda, registrada no livro do Apocalipse:

"[...] adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo." (Apocalipse 13:8)

A afirmação de que o Cordeiro foi "morto desde a fundação do mundo" pode parecer um paradoxo temporal. Como Jesus poderia ter sido crucificado no princípio se o evento histórico ocorreu milênios depois? A resposta reside exatamente na eternidade de Deus. Para um ser eterno, que não precisa esperar o fluxo das eras, o sacrifício não é apenas um evento agendado no calendário humano, mas uma realidade eterna. Deus é o grande "Eu Sou". Portanto, na dimensão divina — onde o tempo não impõe barreiras —, o sacrifício redentor e o amor pela humanidade já existiam no exato momento da criação.

Compreender que o Criador é, simultaneamente e eternamente, o sacrifício pela Sua criação muda drasticamente a forma como se lê o restante da Bíblia. A cruz não foi um "plano B" elaborado após a falha humana, mas uma realidade que permeia a existência desde o princípio.

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9 Aquele que tem ouvidos, compreenda esta palavra: 10 “Se alguém tem de ir para o cativeiro, certamente, para o cativeiro irá. E se alguém matar a espada é necessário que pela espada seja morto!”

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11 Vi ainda emergir da terra outra Besta com dois chifres semelhantes aos de um cordeiro, e ela se expressava como o Dragão.

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12 Também exercia a mesma autoridade da primeira Besta, em nome dela, e obrigava a terra e seus habitantes a adorarem a primeira Besta, cujo ferimento mortal tinha sido curado.

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13 Ela realizava grandes sinais à vista da humanidade, de maneira que fazia até descer fogo do céu para a terra; 14 e, por intermédio dos sinais que lhe fora permitido realizar em nome da primeira Besta, enganou os habitantes da terra e ordenou-lhes que edificassem uma imagem em honra à Besta que fora ferida de morte pela espada, contudo sobrevivera.

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15 Além disso, foi-lhe dado poder para dar fôlego à imagem da primeira Besta, de maneira que ela tivesse a capacidade de falar, e fizesse com que todos os que não lhe prestassem adoração fossem mortos.

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16 Ela obrigou a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos a aceitarem certa estampa de marca na mão direita ou na testa, 17 a fim de que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser que apresentasse a tal marca, que é o nome da Besta ou o número do seu nome.

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18 Aqui é preciso decifrar. Aquele que tem sabedoria calcule o número da Besta, pois o número representa o nome de um ser humano. Seu número é seiscentos e sessenta e seis!

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