Bíblia Virtual

Gênesis Cap. 15

Leia, destaque e registre suas anotações em qualquer versão disponível.

Filtre por versão e livro para refinar o resultado.

Faça login para acompanhar seu progresso de leitura em toda a Bíblia.

Livros

Selecione um livro

Nenhum livro encontrado

Capítulo 15

Livro

Gênesis

Versão: TB
Progresso de leitura 0/21 versículos
1 Depois destas coisas, veio a palavra de Jeová a Abrão, numa visão, dizendo: Não temas, Abrão; eu sou teu escudo, a tua recompensa será infinitamente grande.

Nenhum comentário ainda.

Você precisa fazer login para comentar.
2 Respondeu Abrão: Senhor Jeová, que me darás, visto que morro sem filhos, e o herdeiro da minha casa é Eliézer de Damasco?

Nenhum comentário ainda.

Você precisa fazer login para comentar.
3 Acrescentou Abrão: Eis que a mim não me tens dado filhos, e um escravo vai ser o meu herdeiro.

Nenhum comentário ainda.

Você precisa fazer login para comentar.
4 Veio-lhe a palavra de Jeová: Este não será o teu herdeiro; porém aquele que será gerado de ti será o teu herdeiro.

Nenhum comentário ainda.

Você precisa fazer login para comentar.
5 Fez-lhe sair para fora e disse: Olha para o céu e conta as estrelas, se as poderes contar; e disse-lhe: Assim será a tua semente.
Versículo 5
Avatar
Diego Vieira Dias em 23/01/2026

10. A Identidade dos 144 Mil e a Segurança da Igreja no Dia da Ira (Ap. 7:1-17)

A Grande Multidão Inumerável: O Triunfo da Igreja Glorificada

Após a audição do número simbólico dos 144 mil, a visão do apóstolo João se expande dramaticamente. Se a primeira visão revelava uma igreja contada e organizada, a segunda visão apresenta uma realidade vasta e imensurável, demonstrando a plenitude do cumprimento das promessas divinas.

"Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, vestidos de vestes brancas, e com palmas nas suas mãos." (Ap. 7:9)

Esta "grande multidão" representa a Igreja composta majoritariamente por gentios — isto é, povos de todas as etnias não judaicas — unidos aos remanescentes de Israel. Enquanto o número 144 mil remetia a uma estrutura definida (12x12), a multidão inumerável cumpre a promessa feita por Deus a Abraão em Gênesis 15:5, de que sua descendência seria tão numerosa quanto as estrelas do céu e a areia do mar. A magnitude da salvação em Cristo rompe fronteiras culturais e geográficas, reunindo um povo que homem algum pode enumerar.

Nesta visão celestial, João descreve três características fundamentais do estado eterno e glorificado da Igreja:

1. Acesso Pleno e Direto a Deus

A multidão é vista "em pé diante do trono e perante o Cordeiro". Esta posição indica um privilégio restaurado: o acesso direto, ininterrupto e livre à presença de Deus. Não há mais véus, templos intermediários ou distanciamento. A comunhão que foi perdida no Éden, quando Deus caminhava com o homem na viração do dia, é agora plenamente restabelecida. A Igreja glorificada vive em face da divindade, servindo-O e adorando-O perpetuamente.

2. A Pureza Absoluta (Glorificação)

Eles estão "vestidos de vestiduras brancas". Embora a base para estar ali seja a justificação (a imputação da justiça de Cristo recebida pela fé na terra), as vestes brancas no céu simbolizam a glorificação.

  • Na Terra (Justificação): O crente é livre da culpa do pecado.
  • No Céu (Glorificação): O crente é livre da presença do pecado.

Essas vestes indicam que a luta contra a carne acabou. Não há mais tentação, corrupção ou falhas morais. A Igreja atingiu a perfeição moral, sendo santa e irrepreensível, sem ruga e sem mácula.

3. A Celebração da Vitória Final

A multidão segura "palmas nas suas mãos". Este gesto evoca a Entrada Triunfal de Jesus em Jerusalém, quando o povo clamava "Hosana" agitando ramos. No contexto celestial, as palmas simbolizam o júbilo da vitória consumada. Esta não é mais a Igreja militante, sofredora e perseguida que caminhava na terra; é a Igreja Triunfante. Eles celebram a conquista definitiva sobre o pecado, a morte e o inferno, uma vitória que lhes foi concedida não por seus méritos, mas pela obra do Cordeiro.

Portanto, esta visão serve como um poderoso encorajamento: independentemente das tribulações presentes, o destino final dos redimidos é de glória, pureza e triunfo eterno na presença direta do Pai.

Faça login para curtir e denunciar.
Você precisa fazer login para comentar.
6 Creu Abrão em Jeová, que lhe imputou isto como justiça.
Versículo 6
Avatar
Diego Vieira Dias em 12/01/2026

Abraão creu e por isso foi justificado (Romanos 4:2).

3. Os 5 Grandes Benefícios Espirituais da Salvação: Da Justificação à Glorificação (Rm. 8:30; Ef. 1:3)

1. A Justificação: O Ato Declarativo de Justiça Mediante a Fé

No estudo da Soteriologia, após compreendermos a necessidade da salvação e a obra redentora de Cristo, é fundamental analisar os efeitos práticos dessa experiência na vida do indivíduo. O primeiro e imediato benefício espiritual obtido no momento da conversão é a justificação.

Para compreender este conceito, é necessário distinguir o uso comum da palavra do seu sentido teológico paulino. No cotidiano, quando descrevemos uma pessoa como "justa", geralmente referimo-nos às suas qualidades morais: alguém honesto, íntegro e correto. No entanto, no Novo Testamento, especificamente na doutrina do Apóstolo Paulo, a justificação não se refere primariamente à condição moral intrínseca do indivíduo naquele momento, mas sim a um ato declarativo de Deus.

Ser justificado significa que Deus declara aquela pessoa como justa. Isso não implica que o indivíduo, no instante da conversão, tornou-se perfeito, infalível ou isento de erros comportamentais. Significa, antes, que ele não está mais sob condenação judicial diante de Deus. Embora a pessoa ainda tenha um longo caminho de aperfeiçoamento moral pela frente, aos olhos divinos ela já é considerada justa, pois a culpa do pecado foi removida.

"Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito." (Romanos 8:1)

A Fé como Instrumento Exclusivo

A base central da justificação é que ela é concedida mediante a fé, e não por meio das obras ou do cumprimento da Lei. Esta é a tese principal defendida por Paulo em suas cartas, especialmente aos Romanos e aos Gálatas. O apóstolo enfatiza que nenhum esforço humano ou ritual legalista é suficiente para tornar o homem justo diante de Deus; apenas a fé na obra de Jesus Cristo possui tal eficácia.

As Escrituras são enfáticas ao declarar a insuficiência das obras para a justificação:

"Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada." (Gálatas 2:16)

"E é evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá da fé." (Gálatas 3:11)

A mesma doutrina é reforçada na epístola aos Romanos, onde se estabelece que a justiça de Deus se revela de fé em fé:

"Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei." (Romanos 3:28)

Portanto, a partir do momento em que o indivíduo crê em Jesus, ainda que sua conduta moral não seja plenamente íntegra, ele é posicionalmente justo perante o tribunal divino. O sangue de Cristo o purifica, garantindo que não haja mais condenação.

O Exemplo Paradigmático de Abraão

Para sustentar a doutrina da justificação pela fé, Paulo recorre ao exemplo de Abraão, o patriarca da nação judaica. Tanto em Gálatas quanto em Romanos, o apóstolo utiliza a cronologia da vida de Abraão para provar que a justiça é imputada independentemente de rituais religiosos, como a circuncisão.

"Assim como Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça." (Gálatas 3:6)

A argumentação paulina baseia-se em dois momentos distintos narrados no livro de Gênesis:

  1. Gênesis 15:6: Abraão creu no Senhor, e isso lhe foi imputado como justiça.
  2. Gênesis 17:9-10: Deus institui a circuncisão como sinal do pacto.

A circuncisão era o símbolo máximo de obediência à Lei e de pertencimento ao povo judeu. Contudo, Paulo demonstra uma sagacidade teológica ao apontar que Abraão foi declarado justo (capítulo 15) antes de ser circuncidado (capítulo 17).

A pergunta lógica que se impõe é: em que momento Abraão foi justificado? Quando obedeceu ao rito da circuncisão ou quando creu? A resposta bíblica é clara: quando ele creu. Com isso, prova-se que a obediência à lei cerimonial não justifica ninguém, visto que o próprio pai da fé foi justificado antes de possuir qualquer marca da lei em seu corpo.

Em suma, a justificação é o marco inicial da vida cristã. É o ato soberano onde Deus, mediante a fé do homem em Cristo, declara o pecador livre de condenação, abrindo caminho para o processo de transformação que virá a seguir.

Faça login para curtir e denunciar.
Você precisa fazer login para comentar.
7 Disse-lhe mais: Eu sou Jeová, que te fiz sair de Ur dos caldeus, a fim de te dar esta terra em herança.

Nenhum comentário ainda.

Você precisa fazer login para comentar.
8 Perguntou-lhe Abrão: Ó Senhor Jeová, como saberei que a hei de herdar?

Nenhum comentário ainda.

Você precisa fazer login para comentar.
9 Respondeu-lhe: Toma-me uma novilha de três anos, e uma cabra de três anos, e um carneiro de três anos, e uma rola, e um pombinho.

Nenhum comentário ainda.

Você precisa fazer login para comentar.
10 Ele, tomando todos esses animais, os partiu pelo meio e pôs cada metade em frente da outra; mas as aves não partiu.

Nenhum comentário ainda.

Você precisa fazer login para comentar.
11 As aves de rapina desciam sobre os cadáveres, porém Abrão as enxotava.

Nenhum comentário ainda.

Você precisa fazer login para comentar.
12 Quando o sol ia a entrar, caiu um profundo sono sobre Abrão; eis que lhe sobreveio um horror de grandes trevas.

Nenhum comentário ainda.

Você precisa fazer login para comentar.
13 E lhe foi dito: Sabe, com certeza, que a tua semente será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será aflita por quatrocentos anos.

Nenhum comentário ainda.

Você precisa fazer login para comentar.
14 Sabe, também, que eu hei de julgar a nação a que têm de servir; e, depois, sairão com grandes riquezas.

Nenhum comentário ainda.

Você precisa fazer login para comentar.
15 Tu, porém, irás em paz para teus pais; serás sepultado numa boa velhice.

Nenhum comentário ainda.

Você precisa fazer login para comentar.
16 Na quarta geração, voltarão para cá, porque a medida da iniquidade dos amorreus ainda não está cheia.

Nenhum comentário ainda.

Você precisa fazer login para comentar.
17 Quando o solestava posto, e era escuro, um fogo fumegante e uma tocha de fogo passaram por entre aquelas metades.

Nenhum comentário ainda.

Você precisa fazer login para comentar.
18 Naquele dia, fez Jeová uma aliança com Abrão, dizendo: À tua semente tenho dado esta terra, desde o rio do Egito até o grande rio, o rio Eufrates: 19 o queneu, o quenezeu, o cadmoneu, 20 o heteu, o ferezeu, os refains, 21 o amorreu, o cananeu, o girgaseu e o jebuseu.

Nenhum comentário ainda.

Você precisa fazer login para comentar.
Navegação rápida

Capítulos deste livro

Legenda

0 versículos lidos
0 versículos grifados

Livros

Selecione um livro

Nenhum livro encontrado

Navegação rápida

Gênesis • Capítulos
Pergunte à IA