2Entãocomentou-se na cidade: “EisqueSansãoveiopara cá!” Fizeramrondas e vigiaram a noitetoda à porta de Gaza. Não se moveramdurantetoda a noite e descansaramargumentando: “Esperemosaté o romper do dia, e então o mataremos!”
3Sansão, porém, permaneceudeitadosomenteaté o meio da noite, e entãolevantou-se agarroufirme a porta da cidade, com os doisbatentes, e os arrancou, comtrancas e tudo. Pôstoda a peçasobre os ombros e carregoupara o alto da colinaqueestá em frente da cidade de Hebrom.
5Então os governadoresdosfilisteusforamprocurá-la e lhepropuseram: “SeduzeSansão e descobre de ondevem a suaforçaextraordinária, e comquemeiopoderíamosdominá-lo e amarrá-lo paraentão o subjugarmos. Cada um de nós te darátrezequilos de prata!”
9Elahaviaescondidoalgunshomens no seuquarto, e entãogritou: “Os filisteusvêmsobre ti, Sansão!” Elearrebentou as tiras de courofrescascomo se fossemfios de estopaque se aproximam do fogo. E assimnão se descobriu de ondevinha a suapoderosaforça.
10MaistardedisseDalila a Sansão: “Zombaste de mim e me dissestementiras. Masagora, eu te suplico, dá-me a conhecer o queserianecessárioparaamarrar-te e subjugar-te?”
11 E Sansãolhetornou a explicar: “Ora, se me amarrassemfirmementecomcordasnovasquenuncativessemsidousadas, eu perderia a minhaforçaextraordinária e seriatãofracocomoqualquerhomem!”
12EntãoDalilatomoucordasnovas e conseguiuamarrar os braçosdele. Em seguidagritou: “Sansão! Os filisteusestão te atacando!”, e elahaviaescondidoalgunshomens no seuquarto. Contudo, elerompeu as cordascomo se fossemumaslinhasatadasaosseusbraços.
13Depoisdisso, Dalilavoltou a falarcomSansão e lhepediu: “Atéagorabrincaste e me iludistecomtuasmentiras. Conta-me comquedevoamarrar-te?” Entãoelelhedeclarou: “Se teceres as setetranças da minhacabeleiranumpano e o prenderescom um pino de tear, ficareitãovulnerávelquantoqualqueroutrohomem!”
14Maistarde, DalilafezcomqueSansãodormisse. Assimqueeleadormeceu, elapegou e teceu as setetranças da suacabeçanumtear e prendeu-as com um pregogrande de madeira. Depoisgritou: “Sansão! Os filisteusestãovindosobre ti!” Eledespertourapidamente do sono e arrancou o pinocom o tecido.
15Protestou-lheDalila: “Comopodesdizerque me amas se o teucoraçãonãoestácomigo? Trêsvezes me fizeste de tola e não me fizestesaber a verdadesobreondereside a tuagrandeforça!”
17 E lheabriutodo o coração, revelando a ela o seusegredo: “Jamais se passounavalhasobre a minhacabeça”, disseele, “porquantosounazireu, consagradodesde o ventre de minhamãe. Porisso, se fosserapadotodo o cabelo de minhacabeça a minhaforçaextraordinária se afastaria de mim, e, de fato, eu ficariatãovulnerávelquantoqualqueroutrohomem!”
18EntãoDalilasentiuque, finalmente, Sansãolhehaviaaberto o coração de verdade e reveladotodo o seusegredo. Em seguidamandouchamar os líderesdosfilisteuspormeio da seguintemensagem: “Vindeagora, maisestavez, porqueele me contoutoda a verdadesobre o seusegredo!” E os príncipesdosfilisteusvoltaram a elalevandotoda a prataprometida.
19FazendocomqueSansãoadormecesse no seucolo, elachamou um homemparavir e rapartodo o cabelo e as setetranças da cabeça de Sansão. Depois o afligiu e humilhando-o viusuasforças se esvaírem.
20EntãoDalila o chamou: “Sansão! Vê, os filisteusestãovoltando!” Acordando do sono, eledisse: “Sairei e me livrareidelescomodasoutrasvezes.” Entretanto, elenãotinhanotadoque o SENHOR já se haviaretiradodele.
21 Em seguida os filisteus o prenderam, furaram-lhe os olhos e o levaramparaGaza. Amarraram-no comduasalgemas de bronze e o fizeramgirar um moinho no cárcere.
23Então os chefesdosfilisteus se ajuntaramparaoferecer um grandesacrifício em honra ao seudeusDagom e paracomemorarseusfeitos, poisexclamavam: “NossodeusnosentregounasmãosSansão, nossoprincipalinimigo!”
24 E assimque o povo o avistou, passou a bradarlouvores a seudeus, dizendo: “Nossodeusnosentregounasmãos o nossoadversário, responsávelpeladestruição da nossaterra. Aquelequemultiplicou o númerodosnossosmortos!”
25Com o coraçãocheio de júbilo, gritavam: “Trazei-nosSansãoparaquepossamosnosdivertircomele!” E assimtiraramSansão do cárcere a fim de divertirtodo o povo. Colocaram-no em pé entre as colunas do templo.
27 A casa de Dagom, o templo, estavarepleto de homens e mulheres, e aliestavamreunidostodos os príncipes e líderesdosfilisteus. Na galeriahaviacerca de trêsmilhomens e mulheres se divertindocom a presença de Sansãohumilhado.
28 Em um certomomentoSansãoergue um clamor a Yahweh e ora: “Ó Soberano e EternoDeus! Eu te invoco e suplico, dá-me forças só maisestavez, paraque me vinguedosfilisteuspelosmeusdoisolhoscegados, ó SENHOR!”
29ImediatamenteSansãoforçou as duascolunascentraissobre as quais o templotodo se firmava. Apoiando-se nelas, tendo a mãodireitanumacoluna e a esquerda na outra,30exclamou: “Que eu morracom os filisteus!” Em seguidaele as empurroucomtoda a suaextraordináriaforça, e o templodesabou de uma só vezsobre os governadores e todas as pessoasqueali se reuniam. Portanto, Sansãomatoumaisgente no momento da suamorte do que em toda a suavida.
31 Os irmãos de Sansão e toda a família do pai de Sansãoforambuscar o seucorpo. Eles o levaram e o sepultaramnasterrasqueficamentreZorá e Estaol, no túmulo de Manoá, seupai. Sansãofoijuiz e chefe de Israeldurantevinteanos.
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