2Eleolhouparacima e viutrêshomens, de pé na suafrente. Quando os viu, correu ao encontrodeles. Ajoelhou-se, encostou o rosto no chão3 e disse: — Senhores, se eu mereço a suaatenção, nãopassempelaminhahumildecasasem me fazeremumavisita.
5Tambémvoutrazer um pouco de comida, e assimterãoforçasparacontinuar a viagem. Os senhores me honraramcom a suavisita; portanto, deixemque eu os sirva. Elesresponderam: — Estábem, nósaceitamos.
10 Um delesdisse: — No anoquevem eu vireivisitá-lo outravez. E nessaépocaSara, a suamulher, terá um filho. Saraestavaatrásdele, na entrada da barraca, escutando a conversa.
19 Eu o escolhiparaqueelemandeque os seusfilhos e os seusdescendentesobedeçamaosmeusensinamentos e façam o que é correto e justo. Se elesobedecerem, fareiporAbraãotudo o queprometi.”
25Não é possívelquemates os bonsjuntocom os maus, como se todostivessemcometido os mesmospecados. Nãofaçasisso! Tu és o juiz do mundointeiro e porissoagiráscomjustiça.
28Podeacontecerquehajaapenasquarenta e cincopessoasdireitas. Destruirás a cidadeporcausadessadiferença de cinco? Deusrespondeu: — Se eu acharquarenta e cinco, nãodestruirei a cidade.
30Abraãodisse: — Nãofiqueszangadocomigo, Senhor, por eu continuar a falar. E se houver só trinta? Deusrespondeu: — Se houvertrinta, eu perdoarei a cidade.
31Abraãotornou a insistir: — Estousendoatrevido, mas me perdoa, Senhor. E se houversomentevinte? — Poramor a essesvinte, nãodestruirei a cidade — Deusrespondeu.
32FinalmenteAbraãodisse: — Nãofiqueszangado, Senhor, poisesta é a últimavezquevoufalar. E se houver só dez? — Porcausadessesdez, nãodestruirei a cidade — Deusrespondeu.
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