Jonas Cap. 2
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10. A Identidade dos 144 Mil e a Segurança da Igreja no Dia da Ira (Ap. 7:1-17)
A Adoração Celestial: O Cântico da Salvação e a Doxologia dos Anjos
A visão da Igreja glorificada no céu não é estática; ela é vibrante, sonora e litúrgica. Uma das características intrínsecas do povo de Deus, tanto em sua peregrinação terrena quanto em seu estado eterno, é a adoração. A evidência de uma espiritualidade saudável é um coração que transborda em louvor, e no céu, essa expressão atinge sua plenitude.
Diante do trono, a multidão redimida não se cala. Com grande voz, eles entoam um cântico que define a teologia do céu:
"E clamavam com grande voz, dizendo: Salvação ao nosso Deus, que está assentado no trono, e ao Cordeiro." (Ap. 7:10)
Este clamor revela a consciência profunda dos salvos. Eles não atribuem sua presença no paraíso aos seus próprios esforços, à sua moralidade superior ou às obras de caridade que realizaram na terra. O tema central do louvor eterno é a salvação como obra exclusiva de Deus. Eles reconhecem que só chegaram ali por causa do Pai, que planejou a redenção, e do Cordeiro, que a executou. É um eco eterno da confissão de Jonas: "Ao Senhor pertence a salvação" (Jn. 2:9). A gratidão é o combustível dessa adoração incessante.
A resposta do céu a essa declaração da Igreja é imediata e reverente. O texto descreve que todos os anjos, os anciãos e os quatro seres viventes — representando a totalidade das hostes celestiais e da criação — se prostram sobre seus rostos diante do trono. Eles validam e ratificam o cântico dos redimidos com um sonoro "Amém".
Em seguida, irrompem em uma doxologia sétupla (uma palavra de glória composta por sete atributos), que expressa a perfeição da adoração devida a Deus:
"Dizendo: Amém. Louvor, e glória, e sabedoria, e ação de graças, e honra, e poder, e força ao nosso Deus, para todo o sempre. Amém." (Ap. 7:12)
Cada um desses atributos reforça a soberania divina na obra da redenção:
- Louvor: A exaltação pública das virtudes de Deus.
- Glória: O reconhecimento do peso e da majestade de Sua presença.
- Sabedoria: A admiração pelo plano perfeito de Deus, que conduziu a história à consumação.
- Ação de Graças: A resposta grata pela bondade imerecida.
- Honra: A reverência e o respeito devidos ao Rei dos reis.
- Poder: A capacidade de Deus de executar Sua vontade soberana.
- Força: A onipotência que sustenta o universo e a salvação dos seus.
Essa cena nos ensina que o céu é um ambiente onde o foco está inteiramente em Deus. Não há espaço para vanglória humana. Todo o mérito, toda a capacidade e toda a realização são creditados Àquele que se assenta no trono e ao Cordeiro, pelos séculos dos séculos.
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