3Elafoi e, chegando ao campo, recolhia as espigasque os ceifeirosdeixavamparatrás. Porcoincidência, aquelaparte da plantaçãopertencia a Boaz, queera da família de Elimeleque.
7Elapediu: Deixa-me recolher e juntar as espigasquecaementre os feixes, atrásdosceifeiros. Entãoelaveio e está em pé desdecedo. Só agoradescansou um pouco no abrigo.
9Ficaatentaparaondeestãoceifando e vaiatrásdasmoças. Estoudandoordensaosmoçosparaquenão te incomodem. Quandotiveressede, vaiaté os potes e bebe do que os moçostiveremtirado.
11 Ao quelherespondeuBoaz: Contaram-me tudoquetensfeitopelatuasogra, depois da morte de teumarido: comodeixasteteupai e tuamãe, e a terraondenasceste, e viestepara um povoqueantesnãoconhecias.
14 Na hora da refeição, Boazlhedisse: Aproxima-te, come do pão e molha o teupedaço no vinagre. Ela se sentou ao ladodosceifeiros, e Boazlheofereceugrãostostados. Elacomeuatéficarsatisfeita, e aindasobrou.
19Entãosuasograperguntou: Ondecolhestehoje? Ondetrabalhaste? Benditosejaaqueleque se importoucontigo! E elarelatou à suasogracomquemhaviatrabalhado: O nome do homemcomquemtrabalheihoje é Boaz.
20 E Noemidisse à suanora: SejaeleabençoadopeloSENHOR, quenãodeixou de mostrarbenevolêncianemparacom os vivosnemparacom os mortos. Noemiaindalhedisse: Essehomem é parentenosso, um dosnossosresgatadores.
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