3 O SENHOR, pois, ouviu a voz de Israel, e lheentregou os cananeus; e os israelitasdestruíramtotalmente, a eles e às suascidades; e o nomedaquelelugarchamouHormá.
5 E o povofaloucontraDeus e contraMoisés: Porquenosfizestessubir do Egitoparaquemorrêssemosnestedeserto? Poisaquinempãonemágua há; e a nossaalmatemfastiodestepãotãovil.
7Porisso o povoveio a Moisés, e disse: Havemospecadoporquantotemosfaladocontra o SENHOR e contra ti; ora ao SENHORquetire de nósestasserpentes. EntãoMoisésoroupelopovo.
8 E disse o SENHOR a Moisés: Faze-te umaserpenteardente, e põe-na sobreumahaste; e seráqueviverátodo o que, tendosidopicado, olharparaela.
Versículo 8
Diego Vieira Dias
em 22/01/2026
A Tipologia do Deserto (Números 21)
Jesus refere-se ao momento em que o povo de Israel, peregrinando pelo deserto, murmurou contra Deus e contra Moisés. Como juízo, "serpentes ardentes" foram enviadas, e suas picadas mortais espalharam a morte pelo acampamento. O veneno corria nas veias do povo, assim como o pecado corre na natureza humana.
Diante do clamor por misericórdia, Deus instruiu Moisés a forjar uma serpente de bronze e hasteá-la sobre uma grande vara. A promessa divina era singularmente simples:
"O SENHOR disse a Moisés: — Faça uma serpente e coloque-a sobre uma haste. Quem for mordido e olhar para ela viverá." (Números 21:8)
Jesus apropria-se desta imagem e a aplica a Si mesmo:
"E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado; Para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:14-15)
A tipologia é rica e precisa. O bronze, nas Escrituras, é frequentemente associado ao juízo de Deus. A serpente representa o próprio pecado e a maldição. Cristo, o Santo de Deus, "fez-se pecado por nós" na cruz (2 Coríntios 5:21). Ele foi levantado no madeiro, atraindo para Si o juízo que era destinado à humanidade, tornando-se o antídoto divino para o veneno da queda.
9 E Moisésfezumaserpente de metal, e pô-la sobreumahaste; e sucediaque, picandoalgumaserpente a alguém, quandoesseolhavapara a serpente de metal, vivia.
13 E dalipartiram e alojaram-se no lado de Arnom, queestá no deserto e saidostermosdosamorreus; porqueArnom é o termo de Moabe, entreMoabe e os amorreus.
14Porisso se diz no livrodasguerras do SENHOR: O quefiz no MarVermelho e nosribeiros de Arnom,15 E à correntedosribeiros, quedescendopara a situação de Ar, se encostaaostermos de Moabe.
17EntãoIsraelcantouestecântico: Brota, ó poço! Cantaidele:18 Tu, poço, quecavaram os príncipes, queescavaram os nobres do povo, e o legisladorcom os seusbordões; e do desertopartiramparaMataná;19 E de Mataná a Naaliel, e de Naaliel a Bamote.
21EntãoIsraelmandoumensageiros a Siom, reidosamorreus, dizendo:22Deixa-me passarpelatuaterra; nãonosdesviaremospeloscamposnempelasvinhas; as águasdospoçosnãobeberemos; iremospelaestradarealatéquepassemos os teustermos.
23PorémSiomnãodeixoupassar a Israelpelosseustermos; antesSiomcongregoutodo o seupovo, e saiu ao encontro de Israel no deserto, e veio a Jaza, e pelejoucontraIsrael.
24MasIsrael o feriu ao fio da espada, e tomou a suaterra em possessão, desdeArnomatéJaboque, atéaosfilhos de Amom; porquanto o termodosfilhos de Amomeraforte.
28Porquefogosaiu de Hesbom, e umachama da cidade de Siom; e consumiu a Ar dosmoabitas, e os senhoresdosaltos de Arnom. 29 Ai de ti, Moabe! perdido és, povo de Quemós! entregouseusfilhos, queiamfugindo, e suasfilhas, comocativas a Siom, reidosamorreus.
34 E disse o SENHOR a Moisés: Não o temas, porque eu o tenhodado na tuamão, a ele, e a todo o seupovo, e a suaterra, e far-lhe-ás comofizeste a Siom, reidosamorreus, quehabitava em Hesbom.
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