2QuandoouviramquePaulolhesfalava em línguahebraica, fizerammaissilêncioainda. Paulocontinuou:3 — Eu soujudeu, nasci em Tarso da Cilícia, masfuicriadonestacidade e aquifuiinstruídoaospés de Gamaliel, segundo o rigor da Lei de nossosantepassados, sendozelosoparacomDeus, assimcomotodosvocês o são no dia de hoje.
5Distosãotestemunhas o sumosacerdote e todos os anciãos. Deles eu recebicartaspara os irmãosjudeus de Damasco, e fuiaté lá paratrazeramarrados a Jerusalém os quetambém lá estivessem, paraserempunidos.
12 — Um homemchamadoAnanias, piedosoconforme a Lei, tendobomtestemunho de todos os judeusquealimoravam,13veioprocurar-me e, chegandoperto de mim, disse: “IrmãoSaulo, recupere a visão!” Nessamesmahora, recuperei a visão e olheiparaele.
17 — QuandovolteiparaJerusalém, enquantoorava no templo, sobreveio-me um êxtase,18 e vi o Senhor. Ele me disse: “Andelogo e saiaimediatamente de Jerusalém, porquenãoaceitarão o seutestemunho a meurespeito.”
23Enquantoelesgritavam, tiravam as suascapas e jogavampoeirapara o ar,24 o comandanteordenouquePaulofosserecolhido à fortaleza e que, sobaçoite, fosseinterrogadoparasaberporquemotivoestavamgritandoassimcontraele.
25Quando o estavamamarrandocomcorreias, Pauloperguntou ao centuriãoquealiestava: — Seráquevocêstêm o direito de açoitar um cidadãoromano, semqueeletenhasidocondenado?
29Imediatamente se afastaram os queiaminterrogá-lo comaçoites. O própriocomandanteficoucommedoquandosoubequePauloeraromano, porquetinhamandadoamarrá-lo.
30 No diaseguinte, querendocertificar-se dosmotivosporquePaulovinhasendoacusadopelosjudeus, o comandante o soltou e ordenouque se reunissem os principaissacerdotes e todo o Sinédrio. E, mandandotrazerPaulo, apresentou-o diantedeles.
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