3EntãoBalaãodisse a Balaque: Ficaaqui em pé junto ao teuholocausto, e eu irei; porventura o Senhor me sairá ao encontro, e o queele me mostrar, eu to direi. E foi a um lugaralto.
7EntãoproferiuBalaão a suaparábola, dizendo: De Arã me mandoutrazerBalaque, o rei de Moabe, desde as montanhas do Oriente, dizendo: Vem, amaldiçoa-me a Jacó; vem, denuncia a Israel.
13EntãoBalaquelhedisse: Rogo-te quevenhascomigo a outrolugar, donde o poderásver; verássomente a últimapartedele, mas a todoelenãoverás; e amaldiçoa-mo dali.
18EntãoproferiuBalaão a suaparábola, dizendo: Levanta-te, Balaque, e ouve; escuta-me, filho de Zipor;19Deusnão é homem, paraqueminta; nemfilho do homem, paraque se arrependa. Porventura, tendoeledito, não o fará? ou, havendofalado, não o cumprirá?
21Não se observa iniqüidade em Jacó, nem se vê maldade em Israel; o senhorseuDeus é comele, no meiodele se ouve a aclamaçãodumrei;22 É Deusque os vemtirando do Egito; as suasforçassãocomo as do boiselvagem.
24Eisque o povo se levantacomoleoa, e se erguecomoleão; não se deitaráatéquedevore a presa, e beba o sanguedosqueforammortos:25EntãoBalaquedisse a Balaão: Nem o amaldiçoes, nemtampouco o abençoes:26Respondeu, porém, Balaão a Balaque: Não te falei eu, dizendo: Tudo o que o Senhorfalar, issotenho de fazer?
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