2 E o sumosacerdote e os principaisdosjudeuscompareceramperanteelecontraPaulo e lherogaram,3pedindocomofavor, contraele, que o fizessevir a Jerusalém, armandociladaspara o matarem no caminho.
11 Se fizalgumagravo ou cometialgumacoisadigna de morte, nãorecusomorrer; mas, se nada há dascoisas de queestes me acusam, ninguém me podeentregar a eles. ApeloparaCésar.
14 E, comoalificassemmuitosdias, Festocontou ao rei os negócios de Paulo, dizendo: Um certovarãofoideixadoporFélixaquipreso,15 a respeito de quem os principaisdossacerdotes e os anciãosdosjudeus, estando eu em Jerusalém, compareceramperantemim, pedindosentençacontraele.
16 A elesrespondiquenão é costumedosromanosentregaralgumhomem à morte, semque o acusadotenhapresentes os seusacusadores e possadefender-se da acusação.
23 No diaseguinte, vindoAgripa e Berenice, commuitoaparato, entraram no auditóriocom os tribunos e varõesprincipais da cidade, sendotrazidoPaulopormandado de Festo.
24 E Festodisse: ReiAgripa e todos os varõesqueestaispresentesconosco, aquivedes um homem de quemtoda a multidãodosjudeus me temfalado, tanto em Jerusalémcomoaqui, clamandoquenãoconvémquevivamais.
26Dele, porém, nãotenhocoisaalgumacertaqueescreva ao meusenhor e, porisso, perantevós o trouxe, principalmenteperante ti, ó reiAgripa, paraque, depois de interrogado, tenhaalgumacoisaqueescrever.
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