5Rebeca, porém, ouviu o queIsaquetinhadito a seufilhoEsaú. QuandoEsaúsaiuparacaçar,6eladisse a seufilhoJacó: “Ouviseupaidizer a Esaú:7 ‘Traga-me umacarne de caça e prepare-me umarefeiçãosaborosa. Entãoabençoareivocê na presença do SENHORantes de eu morrer’.
25EntãoIsaquedisse: “Agora, meufilho, traga-me a carne de caça. Depoisquecomer, eu lhedarei a minhabênção”. Jacótrouxe a comidapara o pai, e Isaquecomeu. Tambémbebeu o vinhoqueJacólheserviu.
27Jacó se aproximou e o beijou. QuandoIsaquesentiu o cheirodasroupas, finalmenteabençoou o filho. Disse: “Ah! O cheiro de meufilho é como o cheiro do campoque o SENHORabençoou!
29Quemuitasnações o sirvam e se curvem à suafrente. Quevocêsejasenhor de seusirmãos e os filhos de suamãe se curvem à suafrente. Todosque o amaldiçoaremserãoamaldiçoados, e todosque o abençoaremserãoabençoados”.
33Isaquecomeçou a tremerincontrolavelmente e disse: “Entãoquem me serviu a carne de caça? Acabei de comê-la, poucoantes de vocêchegar, e abençoeiquem a trouxe. Essabênçãodevepermanecer!”.
36Esaúexclamou: “Não é de admirarqueele se chameJacó, pois é a segundavezque me engana. Primeiro, tomoumeusdireitos de filhomaisvelho e, agora, roubouminhabênção. O senhornãoguardouumabênçãosequerparamim?”.
37Isaquedisse a Esaú: “Fiz de Jacó o seusenhor e declareiquetodos os irmãosdele o servirão. Garanti a elefartura de cereais e vinho. O que me restaparadar a você, meufilho?”.
41Daquelemomento em diante, Esaúpassou a odiarJacóporqueseupai o haviaabençoado. Começou a tramar: “Em brevemeupaimorrerá. Então, matareimeuirmãoJacó”.
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