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Mateus Cap. 3

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Capítulo 3

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Mateus

Versão: AS21
Progresso de leitura 0/17 versículos
1 Naqueles dias, apareceu João Batista, pregando no deserto da Judeia 2 e dizendo: Arrependei-vos, porque o reino do céu chegou.

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3 Porque é dele que o profeta Isaías disse: Voz do que clama no deserto, preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas.

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4 João usava roupas feitas de pelos de camelo e um cinto de couro; alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre.

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5 Habitantes de Jerusalém, de toda a Judeia e de toda a região do Jordão iam até ele 6 e eram batizados por ele no rio Jordão, confessando seus pecados.

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7 Mas, quando ele percebeu que muitos fariseus e saduceus iam ao lugar em que ele batizava, disse-lhes: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura?

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8 Produzi fruto próprio de arrependimento.

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9 Não fiqueis dizendo a vós mesmos: Abraão é nosso pai! Eu vos digo que até dessas pedras Deus pode dar filhos a Abraão.

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10 E o machadoestá posto à raiz das árvores; aquela que não produzir bom fruto será cortada e lançada no fogo.

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11 Eu, na verdade, vos batizo com água, tendo por base o arrependimento; mas aquele que vem depois de mim é mais poderoso do que eu; não sou digno nem de carregar suas sandálias; ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo.

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12 Ele traz na mão a sua pá e limpará sua eira; recolherá o seu trigo no celeiro, mas queimará a palha com fogo que não se apaga.

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13 Então Jesus foi da Galileia para o Jordão, para ser batizado por João.

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14 Mas João tentou impedi-lo, dizendo: Tu vens a mim? Eu é que preciso ser batizado por ti.

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15 E Jesus lhe respondeu: Deixa por enquanto; porque assim nos convém cumprir toda a justiça. Então João consentiu.

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16 Depois de batizado, Jesus saiu logo da água. E viu o céu se abrir e o Espírito de Deus descer como uma pomba, vindo sobre ele.
Versículo 16
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Diego Vieira Dias em 16/01/2026

10. A Doutrina da Santíssima Trindade: Fundamentos Bíblicos, Desenvolvimento Histórico e Aplicações Práticas (Dt. 6:4; Mt. 28:19; 2 Co. 13:14)

A Plenitude da Revelação Trinitária no Novo Testamento

Se o Antigo Testamento tinha como foco primordial a singularidade de Deus para preservar o monoteísmo em um contexto pagão, o Novo Testamento traz à luz a plenitude da triunidade divina. Nesta nova fase da revelação, as três pessoas — Pai, Filho e Espírito Santo — são descritas possuindo o mesmo poder, honra, glória e atributos, recebendo adoração e atuando conjuntamente na história da redenção.

A evidência bíblica no Novo Testamento não deixa margem para dúvidas quanto à divindade distinta e simultânea das três pessoas.

Manifestações Simultâneas e Fórmulas Trinitárias

Um dos momentos mais emblemáticos onde a Trindade se revela de forma clara ocorre no batismo de Jesus. Neste evento, as três pessoas se manifestam simultaneamente, cada uma de maneira distinta:

"Assim que Jesus foi batizado, saiu da água. Naquele momento, os céus se abriram, e ele viu o Espírito de Deus descendo como pomba e pousando sobre ele. Então, uma voz dos céus disse: 'Este é o meu Filho amado, em quem me agrado'." Mateus 3:16-17

Aqui vemos o Filho sendo batizado, o Espírito Santo descendo corporalmente e o Pai falando do céu, demonstrando que não são meras "máscaras" ou modos de um mesmo ser, mas pessoas distintas interagindo no tempo e espaço.

Além disso, a instrução de Jesus na Grande Comissão reforça a unidade essencial dessas três pessoas. Ao ordenar o batismo, Ele utiliza uma gramática singular muito específica:

"Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo." Mateus 28:19

Jesus não diz "nos nomes" (plural), mas "no nome" (singular). Há um único Nome divino — o Deus único — que subsiste nas pessoas do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Essa igualdade também é verificada na bênção apostólica, que coloca as três pessoas no mesmo nível de fonte de graça e comunhão:

"A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vocês." 2 Coríntios 13:14

A Divindade Absoluta do Filho

O Novo Testamento é categórico ao afirmar que Jesus Cristo é o próprio Deus (Yahweh do Antigo Testamento). Os autores neotestamentários frequentemente aplicam a Jesus textos e títulos que pertenciam exclusivamente a Deus.

Um exemplo notável é o uso do termo grego Kyrios (Senhor). Este termo era utilizado na Septuaginta (tradução grega do Antigo Testamento) para substituir o nome sagrado hebraico YHWH (Yahweh). Ao chamar Jesus de Kyrios, os apóstolos estavam identificando-o como o Deus de Israel.

Ainda mais explícito é o apóstolo João ao relacionar a visão de Isaías com Jesus. Em Isaías 6, o profeta vê a glória de Yahweh no templo. Em João 12, o apóstolo afirma que Isaías viu, na verdade, a glória de Jesus:

"Isaías disse isso porque viu a glória de Jesus e falou sobre ele." João 12:41

Outros textos reforçam essa identidade divina, chegando a utilizar expressões impactantes como o "sangue de Deus", evidenciando a união hipostática (duas naturezas, divina e humana, na mesma pessoa):

"...pastorearem a igreja de Deus, que ele comprou com o seu próprio sangue." Atos 20:28

"Enquanto aguardamos a bendita esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo." Tito 2:13

A Pessoalidade e Divindade do Espírito Santo

Assim como o Pai e o Filho, o Espírito Santo é revelado como Deus. Ele não é uma energia impessoal, mas uma pessoa divina contra quem se pode pecar.

A prova mais contundente de sua divindade encontra-se no episódio de Ananias e Safira. Ao confrontar Ananias sobre sua mentira, o apóstolo Pedro intercala os termos "Espírito Santo" e "Deus" como sinônimos absolutos:

"Então perguntou Pedro: 'Ananias, como você permitiu que Satanás enchesse o seu coração, a ponto de você mentir ao Espírito Santo...? [...] Você não mentiu aos homens, mas sim a Deus'." Atos 5:3-4

A conclusão lógica do texto bíblico é inegável: mentir ao Espírito Santo é mentir a Deus, pois o Espírito Santo é Deus.

Em suma, o Novo Testamento consolida a revelação: Deus é um em essência, mas três em pessoas — Pai, Filho e Espírito Santo — dignos da mesma adoração e glória.

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17 E uma voz do céu disse: Este é o meu Filho amado, de quem me agrado.

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