9MasOnãsabiaque a descendêncianãoseriasua; assim, todavezquepossuía a mulher do seuirmão, derramava o sêmen no chãoparaevitarqueseuirmãotivessedescendência.
11DisseentãoJudá à suanoraTamar: “Morecomoviúva na casa de seupaiatéque o meufilhoSelácresça”, porquetemiaqueeleviesse a morrer, como os seusirmãos. AssimTamarfoimorar na casa do pai.
13Quandofoidito a Tamar: “Seusogroestá a caminho de Timnaparatosquiarsuasovelhas”,14elatrocousuasroupas de viúva, cobriu-se com um véupara se disfarçar e foisentar-se à entrada de Enaim, quefica no caminho de Timna. Elafezissoporqueviuque, emboraSelá já fossecrescido, elanãolhetinhasidodada em casamento.
16Nãosabendoqueera a suanora, dirigiu-se a ela, à beira da estrada, e disse: “Venha cá, querodeitar-me comvocê”. Elalheperguntou: “O quevocê me daráparadeitar-se comigo?”
18DisseJudá: “Quegarantiadevodar-lhe?” Respondeuela: “O seuselocom o cordão, e o cajadoquevocêtem na mão”. Ele os entregou e a possuiu, e Tamarengravidoudele.
20Judámandou o cabritinhopormeio de seuamigoadulamita, a fim de reaver da mulhersuagarantia, maselenão a encontrou,21 e perguntouaoshomens do lugar: “Ondeestá a prostitutacultualquecostumaficar à beira do caminho de Enaim?” Elesresponderam: “Aquinão há nenhumaprostitutacultual”.
23DisseJudá: “Fiqueelacom o quelhedei. Nãoqueroquenostornemosobjeto de zombaria. Afinal de contas, mandei a elaestecabritinho, masvocênão a encontrou”.
24Cerca de trêsmesesmaistarde, disseram a Judá: “SuanoraTamarprostituiu-se, e na suaprostituiçãoficougrávida”. DisseJudá: “Tragam-na parafora e queimem-na viva!”
25Quandoelaestavasendolevadaparafora, mandou o seguinterecado ao sogro: “Estougrávida do homemque é donodestascoisas”. E acrescentou: “Veja se o senhorreconhece a quempertencemesteselo, estecordão e estecajado”.
Nenhum comentário ainda.