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Gênesis Cap. 4

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Capítulo 4

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Gênesis

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1 O homem conheceu a Eva, sua mulher; ela concebeu e, dando à luz a Caim, disse: Adquiri um homem com o auxílio de Jeová.

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2 Tornou a dar à luz a um filho, a Abel, seu irmão. Abel foi pastor de ovelhas, mas Caim foi lavrador da terra.

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3 Ao cabo de dias, trouxe Caim, do fruto da terra, uma oferta a Jeová.

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4 Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas com as gorduras destas. Jeová atentou para Abel e para a sua oferta; 5 mas para Caim e para a sua oferta não atentou. Irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante.

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6 Perguntou-lhe Jeová: Por que andas tu irado? E por que te descaiu o semblante?

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7 Porventura, se procederes bem, não terás levantado o teu semblante? E, se não procederes bem, o pecado jaz à porta; a ti será o seu desejo, mas tu dominarás sobre ele.
Versículo 7
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Diego Vieira Dias há 1 semana

Amarre o Seu Boi Selvagem Custe o Que Custar: O Poder do Domínio Próprio (Êx. 21:28-30; Pv. 25:28)

Parando de Terceirizar a Culpa (Gn. 4:7)

Um dos comportamentos mais recorrentes do ser humano diante de suas próprias falhas é a terceirização da culpa. Quando o "boi selvagem" escapa e causa estragos — seja através de palavras duras, decisões precipitadas, vícios ou atitudes destrutivas —, a tendência imediata é procurar um bode expiatório. Culpa-se a criação, os pais, o ambiente de trabalho estressante, a falta de oportunidades, o temperamento herdado e, até mesmo, influências espirituais. No entanto, o processo de amadurecimento exige o abandono definitivo dessa postura de vitimização.

A narrativa bíblica de Caim e Abel ilustra de maneira cristalina a responsabilidade individual sobre os impulsos mais sombrios da alma. Antes que a tragédia se consumasse, Caim foi advertido sobre o perigo iminente que habitava em seu interior, um "boi selvagem" alimentado pela inveja e pela rejeição.

"Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo." (Gênesis 4:7)

O texto é taxativo: o instinto destrutivo espreita e deseja dominar, mas a obrigação de subjugá-lo pertence única e exclusivamente ao indivíduo. Caim entrou para a história de forma trágica não porque foi tentado, mas porque se recusou a construir a cerca e a amarrar o seu instinto primitivo quando ainda havia tempo. A falta de contenção resultou no primeiro homicídio registrado na humanidade.

Transferir a responsabilidade para fatores externos é uma forma de justificar a própria negligência em lidar com o que precisa ser tratado. Justificar explosões de ira sob a alegação de possuir um temperamento "sanguíneo", ou culpar as circunstâncias por cedências morais e éticas, é afrouxar as cordas que deveriam manter o instinto contido. A liderança espiritual, a terapia ou o aconselhamento podem fornecer as diretrizes, mostrar como o nó deve ser feito e qual a altura ideal da cerca, mas o ato de amarrar é um esforço estritamente pessoal.

Pare de culpar a organização, a instituição, o patrão ou a família quando você sabia que ceder àquele impulso daria um resultado ruim. A responsabilidade de manter o boi amarrado é sua.

A aceitação dessa verdade é o ponto de virada na vida de qualquer pessoa. Enquanto a culpa for do outro, a mudança nunca ocorrerá, pois ninguém pode consertar um problema que se recusa a assumir como próprio. Assumir a autoria dos próprios desejos — mesmo os mais obscuros — e decidir ativamente dominá-los é o caminho incontornável para uma vida verdadeiramente responsável e equilibrada.

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8 Caim o contou a seu irmão Abel. Sucedeu, pois, que, estando eles no campo, se levantou Caim contra seu irmão Abel e o matou.

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9 Perguntou Jeová a Caim: Onde está Abel, teu irmão? Respondeu ele: Não sei; sou eu o guarda de meu irmão?

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10 Disse Jeová: Que fizeste? A voz do sangue de teu irmão está clamando a mim desde a terra.

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11 Agora, maldito és tu desde a terra, que abriu a sua boca para da tua mão receber o sangue de teu irmão.

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12 Quando lavrares o solo, não te dará mais a sua força; fugitivo e vagabundo serás na terra.

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13 Disse Caim a Jeová: A minha punição é maior do que a que se pode suportar.

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14 Eis que, hoje, me lanças da face da terra, e da tua presença serei escondido; serei fugitivo e vagabundo na terra; todo o que me encontrar matar-me-á.

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15 Respondeu-lhe Jeová: Por isso, quem matar a Caim, sobre ele cairá a vingança sete vezes mais. Deu Jeová a Caim um sinal, de que não lhe daria a morte quem quer que o encontrasse.

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16 Saiu Caim da presença de Jeová e habitou na terra de Node, ao oriente do Éden.

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17 Conheceu Caim à sua mulher; ela concebeu e deu à luz a Enoque. Caim edificou uma cidade e chamou o nome da cidade do nome de seu filho, Enoque.

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18 A Enoque nasceu Irade; Irade gerou a Meujael, Meujael gerou a Metusael, e Metusael gerou a Lameque.

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19 Lameque tomou para si duas mulheres: o nome duma era Ada, e o nome da outra, Zilá.

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20 Ada deu à luz a Jabal, que foi o pai dos que habitam em tendas e possuem gado.

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21 O nome de seu irmão era Jubal, que foi o pai de todos os que tocam harpa e flauta.

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22 Zilá também deu à luz um filho, Tubalcaim, fabricante de todo o instrumento cortante de cobre e de ferro; e a irmã de Tubalcaim foi Naamá.

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23 Disse Lameque à suas mulheres: Ada e Zilá, ouvi a minha voz; Vós, mulheres de Lameque, escutai as minhas palavras: pois matei um homem, porque me feriu; e um mancebo, porque me pisou.

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24 Se por Caim tomar-se-á vingança sete vezes, com certeza, por Lameque o será setenta e sete vezes.

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25 Tornou Adão a conhecer sua mulher; e ela deu à luz um filho, a quem pôs o nome de Sete, dizendo: Deus me deu outro filho em lugar de Abel, porquanto Caim o matou.

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26 A Sete também nasceu um filho, a quem pôs o nome de Enos; foi nesse tempo que os homens começaram a invocar o nome de Jeová.

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