8 De manhãeleestavamuitopreocupado e porissomandouchamartodos os adivinhos e todos os sábios do Egito. O reicontou os seussonhos, masnenhumdossábiosfoicapaz de dar a explicação.
12 Lá na cadeiaestavacom a gente um moçohebreu, queeraescravo do capitão da guarda. Contamos a essemoço os nossossonhos, e eleexplicou o quequeriamdizer.
23Depoissaíramseteespigassecas e queimadaspeloventoquente do deserto24 e elasengoliram as seteespigascheias e boas. Eu contei os sonhosaosadivinhos, masnenhumdelesfoicapaz de explicá-los.
27 As setevacasmagras e feiasquesaíram do riodepoisdasbonitas e também as seteespigassecas e queimadaspeloventoquente do desertosãoseteanos em quevaifaltarcomida.
34 O reitambémdeveescolherhomensqueficarãoencarregados de viajarportodo o paíspararecolher a quintaparte de todas as colheitas, durante os seteanos em queelasforemboas.
42Então o reitirou do dedo o seuanel-sinete e o colocou no dedo de José. Em seguidamandouque o vestissemcomroupas de linhofino e pôsumacorrente de ouro no pescoçodele.
43DepoisfezcomqueJosésubisse no carroreservadopara a maiorautoridade do Egitodepois do rei e mandouque os seushomensfossem na frentedele, gritando: “Abramcaminho!” Assim, Joséfoipostocomogovernador de todo o Egito.
45 [45-46] O reipôs em José o nome de ZafenatePaneia e lhedeucomoesposaAsenate, filha de Potífera, queerasacerdote da cidade de Heliópolis. Josétinhatrintaanosquandoentroupara o serviço do rei do Egito. Elesaiu da presença do rei e viajouportodo o Egito.
46 [45-46] O reipôs em José o nome de ZafenatePaneia e lhedeucomoesposaAsenate, filha de Potífera, queerasacerdote da cidade de Heliópolis. Josétinhatrintaanosquandoentroupara o serviço do rei do Egito. Elesaiu da presença do rei e viajouportodo o Egito.
53Entãoacabaram-se os seteanos de fartura no Egito,54 e, comoJosétinhadito, começaram os seteanos de fome. Nosoutrospaíses o povopassavafome, mas em todo o Egitohavia o quecomer.
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