1Josédeu a seguinteordem ao administrador de suacasa: “Dê a esseshomens o máximo de mantimentoqueelespuderemlevar e ponha o dinheiro de cada um na boca do saco de mantimento.
4Aindanãoestavammuitolonge da cidade, quandoJosédisse ao administrador: “Vá atrásdaqueleshomens. Quando os alcançar, diga: ‘Porquevocêspagaram o bemcom o mal?
16EntãoJudádisse: “O queresponderemos ao nossosenhor? O quefalaremos? Comopoderíamosprovar a nossainocência? Deustrouxe à luz a culpadospecadosdosseusservos. A partir de agorasomosseusescravos, tantonóscomoaquelequeestavacom a taça de prata”.
18EntãoJudá se aproximou de José e disse: “Ah, meusenhor! Permita-me dizerumapalavra ao meusenhor, e nãofiqueaborrecidocom o seuservo, pois o senhor é como o própriofaraó.
20 E nósrespondemos ao senhor: ‘Nossopai já é bemidoso e comeleficou um filho da suavelhice, o maisnovo, cujoirmão já morreu. Ele é o únicofilho da mesmamãe, e o pai o amamuito!’
26Nósrespondemos: ‘Nãopodemosdescersem o nossoirmãomaisnovo. Só iremos se elefortambém, porque o governadorafirmouquenãonosreceberia se fôssemossem o menino’.
27 “Entãonosdisse o seuservo, nossopai: ‘Vocêssabemque a minhamulher me deudoisfilhos;28 um delesdesapareceu. Certamentefoidespedaçadoporalgumanimalselvagem, e nuncamais o vi.
30 “Agora, pois, se eu voltar a seuservo, o meupai, semlevar o jovemcomigo, vistoqueestámuitoapegado a ele,31quandoeleperceberque o jovemnãoestáconosco, morrerá. Os seusservosseriamculpados de matar de tristeza o nossopai.
32 “Senhor, o seuservogarantiuqueseriaresponsávelpelojovem. Eu disseassim: ‘Se eu nãotrouxer o jovem de volta, sereiculpadoparasemprediante do meupai’.
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