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Cap. 6

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Capítulo 6

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Versão: KJF
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1 Masrespondeu e disse: 2 Oh! Se a minha dor fosse minuciosamente pesada, e a minha calamidade juntamente se pusesse na balança!

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3 Pois agora seria mais pesada do que a areia dos mares; portanto minhas palavras são engolidas.

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4 Porque as flechas do Todo-Poderoso estão em mim, e o meu espírito suga o seu veneno, os terrores de Deus se posicionam contra mim.

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5 Acaso o jumento selvagem zurra quando come grama? Ou abaixa-se o boi sobre seu feno?

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6 Pode aquilo que é insípido ser comido sem sal? Ou há algum gosto na clara do ovo?

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7 As coisas que minha alma se recusou a tocar são como meu alimento nauseabundo.

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8 Oh, se eu pudesse ter meu pedido, e se Deus me concedesse a coisa pela qual anseio!

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9 Que satisfizesse a Deus me destruir; que ele soltasse a sua mão, e me cortasse fora!

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10 Então eu ainda teria consolo; sim, eu me endureceria na dor; que ele não me poupe, porque eu não escondi as palavras daquele que é Santo.

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11 Qual é a minha força, para que eu devesse ter esperança? E qual é o meu fim, para que eu devesse prolongar minha vida?

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12 É a minha força a força das pedras? Ou é a minha carne de bronze?

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13 Não está a minha ajuda em mim? Foi a sabedoria levada para longe de mim?

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14 Ao que está aflito, a compaixão deve ser mostrada por seu amigo; ainda que ele abandone o temor do Todo-Poderoso.

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15 Meus irmãos me trataram enganosamente como um ribeiro, e como a corrente dos ribeiros eles passam distante; 16 que são escurecidos pela razão do gelo, e onde se esconde a neve; 17 no tempo em que ficam quentes, desaparecem; quando está quente, são consumidos de seu lugar.

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18 As veredas dos seus caminhos são desviadas; eles vão ao nada e perecem.

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19 As tropas de Tema olharam; as companhias de Sabá esperaram por eles.

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20 Eles foram confundidos porque haviam tido esperança; eles vieram de lá e foram envergonhados.

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21 Porque agora sois nada; vistes um terror, e temeis.

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22 Disse eu: Trazei a mim; ou da vossa subsistência subornai a meu favor?

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23 Ou, livrai-me da mão do inimigo? Ou, resgatai-me da mão do opressor?

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24 Ensinai-me, e eu reterei a minha língua; e fazei-me entender onde eu tenho errado.

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25 Quão convincentes são as palavras certas! Mas o que vossa argumentação reprova?

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26 Imaginai reprovar as palavras e os discursos de quem está desesperado, que são como vento?

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27 Sim, oprimis o ó/não, e cavais uma cova para o seu amigo.

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28 Agora, portanto, esteja satisfeito; olhai para mim, porque vos é evidente se minto.

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29 Retornai, vos rogo, não haja iniquidade; sim, retornai novamente; minha justiça está nisso.

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30iniquidade na minha língua? Não consegue o meu paladar distinguir coisas perversas?

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