2 E, chegando o sábado, começou a ensinar na sinagoga; e muitos, ouvindo-o, se admiravam, dizendo: De ondelhevêmessascoisas? E quesabedoria é estaquelhefoidada? E como se fazemtaismaravilhasporsuasmãos?
3Não é este o carpinteiro, filho de Maria e irmão de Tiago, e de José, e de Judas, e de Simão? E nãoestãoaquiconoscosuasirmãs? E escandalizavam-se nele.
7Chamou a si os doze, e começou a enviá-los de dois a dois, e deu-lhespodersobre os espíritosimundos,8 e ordenou-lhesquenadatomassempara o caminho, senão um bordão; nemalforje, nempão, nemdinheiro no cinto;9masquecalçassemsandálias e quenãovestissemduastúnicas.
11 E, quandoalgunsvosnãoreceberem, nemvosouvirem, saindodali, sacudi o pó queestiverdebaixodosvossospés, em testemunhocontraeles. Em verdadevosdigoquehaverámaistolerância no Dia do JuízoparaSodoma e Gomorra do quepara os daquelacidade.
14 E ouviuisso o reiHerodes (porque o nome de Jesus se tornaranotório) e disse: João, o quebatizava, ressuscitoudosmortos, e porissoestasmaravilhasoperamnele.
17Porquanto o mesmoHerodesmandaraprender a João e encerrá-lo manietado no cárcere, porcausa de Herodias, mulher de Filipe, seuirmão, porquantotinhacasadocomela.
19 E Herodias o espiava e queriamatá-lo, masnãopodia;20porqueHerodestemia a João, sabendoqueeravarãojusto e santo; e guardava-o comsegurança e faziamuitascoisas, atendendo-o, e de boavontade o ouvia.
21 E, chegandoumaocasiãofavorável em queHerodes, no dia do seuaniversário, davaumaceiaaosgrandes, e tribunos, e príncipes da Galileia,22entrou a filha da mesmaHerodias, e dançou, e agradou a Herodes e aosqueestavamcomele à mesa. Disse, então, o rei à jovem: Pede-me o quequiseres, e eu to darei.
33 E a multidãoviu-os partir, e muitos os conheceram, e correrampara lá, a pé, de todas as cidades, e alichegaramprimeiro do queeles, e aproximavam-se deles.
35 E, como o diafosse já muitoadiantado, os seusdiscípulos se aproximaramdele e lhedisseram: O lugar é deserto, e o diaestá já muitoadiantado;36despede-os, paraquevãoaoscampos e aldeiascircunvizinhas e comprempãopara si, porquenãotêm o quecomer.
37Ele, porém, respondendo, lhesdisse: Dai-lhesvós de comer. E elesdisseram-lhe: Iremosnós e compraremosduzentosdinheiros de pãoparalhesdarmos de comer?
41 E, tomandoele os cincopães e os doispeixes, levantou os olhos ao céu, e abençoou, e partiu os pães, e deu-os aosseusdiscípulosparaque os pusessemdiantedeles. E repartiu os doispeixesportodos.
48 E, vendoque se fatigavam a remar, porque o ventolheseracontrário, perto da quartavigília da noite, aproximou-se deles, andandosobre o mar, e queriapassaradiantedeles,49mas, quandoeles o viramandarsobre o mar, pensaramqueera um fantasma e deramgrandesgritos.
51 E subiupara o barcoparaestarcomeles, e o vento se aquietou; e, entre si, ficarammuitoassombrados e maravilhados,52poisnãotinhamcompreendido o milagredospães; antes, o seucoraçãoestavaendurecido.
54 E, saindoeles do barco, logo o reconheceram;55 e, percorrendotoda a terra em redor, começaram a trazer em leitos, ondequerquesabiamqueeleestava, os que se achavamenfermos.
56 E, ondequerqueentrava, ou em cidade, ou em aldeias, ou no campo, apresentavam os enfermosnaspraças e rogavam-lheque os deixassetocar ao menos na orla da suaveste, e todos os quelhetocavamsaravam.
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