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Mateus Cap. 7

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Capítulo 7

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Mateus

Versão: TB
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1 Não julgueis, para que não sejais julgados; 2 porque, com o juízo com que julgais, sereis julgados; e a medida de que usais, dessa usarão convosco.

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3 Por que vês o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que tens no teu?

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4 Ou como poderás dizer a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu?

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5 Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho do teu irmão.

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6 Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis as vossas pérolas diante dos porcos, para que não suceda que as calquem aos pés e, voltando-se, vos despedacem.

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7 Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á.

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8 Pois todo o que pede recebe; o que busca acha; e a quem bate, abrir-se-lhe-á.

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9 Qual de vós dará a seu filho uma pedra, se ele lhe pedir pão?

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10 Ou uma serpente, se pedir peixe?

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11 Ora, se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhas pedirem?

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12 Portanto, tudo o que quiserdes que os homens vos façam, fazei-o assim também vós a eles; porque esta é a lei e os profetas.

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13 Entrai pela porta estreita (larga é a porta e espaçosa a estrada que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela), 14 porque estreita é a porta, e apertada, a estrada que conduz à vida, e poucos são os que acertam com ela.

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15 Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós com vestes de ovelhas, mas por dentro são lobos vorazes.
Versículo 15
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Diego Vieira Dias há 1 semana

23. A Dinâmica do Reino e a Resposta do Coração: Reflexões sobre a Parábola do Semeador (Lc. 8; Mt. 7:15-23; Is. 6:9-10)

Frutos de Caráter vs. Pirotecnia Religiosa: O Que Define um Seguidor de Cristo?

A definição de um verdadeiro seguidor de Cristo, conforme apresentada no Evangelho, não reside na capacidade de realizar feitos extraordinários ou na exibição de poderes sobrenaturais, mas na produção de frutos. No entanto, há uma confusão comum no meio religioso contemporâneo sobre o que constitui, de fato, esses frutos. Para Jesus, o fruto não é a pirotecnia espiritual ou o milagre momentâneo, mas a transformação visível do caráter.

Jesus adverte severamente contra aqueles que possuem uma aparência de piedade, mas cujas ações internas revelam uma natureza predatória. Ele utiliza a metáfora dos lobos disfarçados de ovelhas para ilustrar que a estética religiosa pode ser profundamente enganosa.

"Acautelai-vos quanto aos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos vorazes. Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? Assim, toda árvore boa produz frutos bons, porém a árvore má produz frutos maus." (Mt. 7:15-17)

A distinção entre o milagre e o fruto é fundamental para a saúde da fé. O milagre é uma obra soberana de Deus; Ele o faz quando quer e através de quem quer, muitas vezes independentemente do mérito de quem intercede. O fruto, por outro lado, é o resultado da semente da Palavra de Deus habitando e transformando a natureza humana.

  • O Que Não é Fruto: Profecias, expulsão de demônios, curas ou qualquer manifestação de poder que possa ser usada para autopromoção ou controle sobre os outros.
  • O Que é Fruto: Amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. É a reprodução do caráter de Cristo no cotidiano — honestidade nos negócios, misericórdia com o próximo e justiça nas relações.

Muitos buscam líderes baseando-se em demonstrações de poder e "dias de vitória" agendados, acreditando que o controle sobre o sobrenatural valida a autoridade espiritual. Todavia, a advertência bíblica é clara: no julgamento final, muitos apresentarão seus currículos de milagres e ouvirão uma resposta devastadora: "Nunca vos conheci". Isso ocorre porque a ausência de frutos de caráter denuncia a ausência da semente do Reino. O verdadeiro discípulo é reconhecido pela semelhança ética com o seu Mestre, e não pela sua capacidade de mobilizar as massas ou gerir agendas divinas.

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16 Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos?

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17 Assim, toda árvore boabons frutos, porém a árvore má dá maus frutos.

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18 Uma árvore boa não pode dar maus frutos, nem uma árvoredar bons frutos.
Versículo 18
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Diego Vieira Dias em 22/01/2026

11. A Soberania Divina e os Decretos de Deus: Entendendo o Plano Eterno, o Problema do Mal e a Liberdade Humana (Ef. 1:11; Rm. 11:36; Is. 46:10)

Soberania Divina e Liberdade Humana: A Distinção entre Livre Arbítrio e Livre Agência

Um dos maiores desafios intelectuais ao aceitar a doutrina dos decretos de Deus é conciliar a soberania absoluta divina com a liberdade humana. A objeção comum é: "Se Deus já determinou todas as minhas ações, então eu sou apenas um robô ou uma marionete? Minhas escolhas são reais?".

Para responder a isso, a teologia reformada faz uma distinção crucial entre Livre Arbítrio (no sentido libertário de neutralidade absoluta) e Livre Agência.

O Mito da Neutralidade (Livre Arbítrio Libertário)

Frequentemente, define-se "livre arbítrio" como a capacidade de escolher entre opções (A ou B) com total neutralidade, sem que nenhuma inclinação interna ou força externa determine a escolha. Segundo essa visão, a vontade seria como uma balança perfeitamente equilibrada, capaz de pender para qualquer lado a qualquer momento.

A antropologia bíblica, contudo, rejeita essa ideia de neutralidade moral. A Bíblia ensina que a vontade humana não é uma faculdade isolada e independente; ela é serva da natureza do homem (o coração). Jesus ensinou que uma árvore má não pode dar frutos bons (Mateus 7:18). Ou seja, as escolhas de uma pessoa são sempre ditadas pela sua natureza.

A Realidade da Livre Agência

Em contraste, a Livre Agência afirma que o ser humano é livre para agir de acordo com seus próprios desejos e inclinações. Nós fazemos o que queremos fazer. Ninguém é coagido por Deus a pecar contra a sua vontade.

  • A Definição: Livre agência é a capacidade de agir voluntariamente, seguindo as inclinações mais fortes do coração no momento da escolha.
  • A Aplicação: O homem natural (não regenerado) peca livremente porque ele ama o pecado. Ele não é forçado a pecar; ele o faz com prazer. Portanto, ele é livre (age segundo sua vontade), mas sua vontade é escrava da sua natureza corrompida.

Como disse Jonathan Edwards, "a vontade é sempre determinada pelo motivo mais forte que a mente percebe". Deus, em Seus decretos, não violenta a vontade da criatura. Ele não arrasta o ser humano chutando e gritando para um destino que ele não deseja. Pelo contrário, o decreto divino opera através das vontades, desejos e personalidades dos indivíduos.

A Não-Coerção e as Causas Secundárias

A Confissão de Fé de Westminster aborda este ponto com precisão cirúrgica, afirmando que, embora Deus tenha ordenado tudo o que acontece:

"...contudo, o fez de tal modo, que nem Deus é o autor do pecado, nem violentada é a vontade da criatura, nem é tirada a liberdade ou contingência das causas secundárias, antes estabelecidas." (Confissão de Fé de Westminster, Cap. III, Seção I)

Isso significa que a soberania de Deus estabelece a liberdade humana em vez de destruí-la. Quando Judas traiu Cristo, ele o fez cumprindo uma profecia e um decreto divino, mas ele também o fez movido por sua própria cobiça e maldade. Deus usou a agência livre de Judas para cumprir o propósito da redenção. Judas não foi um robô; foi um agente moral responsável que agiu conforme seus próprios desejos perversos.

Portanto, a relação entre a soberania divina e a liberdade humana não é de contradição, mas de concorrência. Deus é a causa primeira e soberana; o homem é a causa secundária e responsável. O homem escolhe o que quer, mas Deus soberanamente governa sobre quem o homem é e as circunstâncias que moldam esses desejos, garantindo que o resultado final sempre se alinhe ao Seu plano eterno.

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19 Toda árvore que nãobom fruto é cortada e lançada no fogo.

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20 Logo, pelo seus frutos os conhecereis.

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21 Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.
Versículo 21
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Diego Vieira Dias em 24/01/2026

19. A Fé do Centurião e a Subversão dos Valores Religiosos pelo Reino de Deus (Lc. 7:1-10)

Conclusão: A Supremacia do Evangelho do Reino sobre os Rótulos Religiosos

A análise do encontro entre Jesus e o Centurião de Cafarnaum nos conduz a uma reflexão final e perturbadora sobre a identidade cristã contemporânea. A narrativa de Lucas expõe uma distinção nítida entre pertencer a uma religião institucionalizada e pertencer ao Reino de Deus. Enquanto a religião muitas vezes se ocupa com a manutenção de rituais, a preservação de tradições e o policiamento moral, o Evangelho do Reino se ocupa com a transformação da vida, a fé humilde e o amor prático.

Vivemos em um tempo onde o termo "evangélico" carregou-se de conotações políticas, culturais e mercadológicas que, não raro, distanciam-se da essência de Cristo. Muitos se orgulham do rótulo, defendem a "placa" da denominação com fervor, mas carecem da submissão e da compaixão demonstradas pelo oficial romano. O texto bíblico nos adverte que é possível estar dentro do templo, cercado de liturgias, e ainda assim estar longe de Deus. Inversamente, é possível estar em um ambiente considerado secular ou gentio e, ali, manifestar uma fé que deixa Jesus maravilhado.

A verdadeira fé não é uma moeda de troca nem uma ferramenta de domínio. Ela é o reconhecimento da nossa própria insuficiência e a rendição total à autoridade de Jesus. O convite que ecoa através dos séculos, a partir deste episódio em Cafarnaum, é para que abandonemos a superficialidade dos rótulos religiosos e mergulhemos na profundidade do Evangelho.

"Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus." (Mateus 7:21)

Ser um "Centurião" nos dias de hoje significa ter a coragem de romper com as expectativas tribais. Significa estar disposto a amar quem a religião despreza, a servir aos "invisíveis" da sociedade e a reconhecer que a autoridade de Cristo está acima de qualquer ideologia política ou agenda eclesiástica.

O Reino de Deus é dinâmico e livre. Ele não pode ser engaiolado por dogmas humanos. Ele se manifesta onde há corações contritos e dispostos a dizer: "Senhor, eu não sou digno, mas apenas uma palavra tua é suficiente". Que a busca não seja por uma identidade religiosa que nos separe dos outros, mas por uma vivência do Reino que nos aproxime do Rei e, consequentemente, nos torne servos uns dos outros. No fim, não importa se o mundo nos vê como estranhos ou inimigos; o que importa é se o Rei reconhece em nós a fé genuína.

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22 Naquele dia, muitos hão de dizer-me: Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres?

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23 Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade.

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24 Todo aquele, pois, que ouve essas minhas palavras e as observa será comparado a um homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha.

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25 Desceu a chuva, vieram as torrentes, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela não caiu; pois estava edificada sobre a rocha.

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26 Mas todo aquele que ouve essas minhas palavras e não as observa será comparado a um homem néscio, que edificou a sua casa sobre a areia.

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27 Desceu a chuva, vieram as torrentes, sopraram os ventos e bateram com ímpeto contra aquela casa, e ela caiu: e foi grande a sua ruína.

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28 Tendo terminado Jesus este discurso, as turbas admiravam-se do seu ensino; 29 porque ele as ensinava como quem tinha autoridade, e não como os escribas do povo.

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