4Orei ao SENHOR, meuDeus, e confessei: “Ó Senhor, és Deusgrande e temível! Tu guardastuaaliança de amorlealparacom os que te amam e obedecem a teusmandamentos.
7 “Senhor, tu és justo; mas, comovês, nossorostoestácoberto de vergonha. Todosestamosenvergonhados, incluindo os habitantes de Judá e de Jerusalém e todo o Israel, espalhados em lugarespróximos e distantes, paraonde tu nosenviasteporcausa de nossadeslealdadecontigo.
11Todo o Israeldesobedeceu às tuasleis, desviou-se e nãoquisouvirtuavoz. “Porisso, agora as maldiçõessolenes e os juízosescritos na lei de Moisés, servo de Deus, foramderramadossobrenósporcausa de nossopecado.
12 Tu cumpristetuapalavra e fizesteconosco e comnossosgovernantesexatamentecomohaviasadvertido. Nuncahouvecalamidadetãoterrívelquanto a queaconteceu em Jerusalém.
13Todas as maldiçõesescritascontranós na lei de Moisés se cumpriram. E, no entanto, nãoquisemosbuscar a misericórdia do SENHOR, nossoDeus, nãonosafastamos de nossospecadosnemreconhecemossuaverdade.
15 “Ó Senhor, nossoDeus, tu trouxestehonraduradouraparateunome ao resgatarteupovo do Egitocomgrandedemonstração de poder. Masnóspecamos e estamoscheios de maldade.
16 De acordocomtoda a tuajustiça, Senhor, desviatuairafuriosa de Jerusalém, tuacidade e teusantomonte. Comoresultado de nossospecados e dospecados de nossosantepassados, todas as naçõesvizinhaszombam de Jerusalém e de teupovo.
18 “Ó meuDeus, inclina-te e ouve-me; abreteusolhos e vê nossadesolação. Vê comonossacidade, a cidadequelevateunome, está em ruínas. Fazemosestasúplicanãoporquemerecemos, masporcausa de tuamisericórdia.
19 “Ó Senhor, ouve; ó Senhor, perdoa; ó Senhor, atende-nos e age! Porcausa de ti mesmo, não te demores, ó meuDeus, poisteupovo e tuacidadecarregamteunome”.
23Assimquevocêcomeçou a orar, foidadaumaordem, e agoraestouaquiparalhedizerqualfoiessaordem, poisvocê é muitopreciosoparaDeus. Ouçacomatençãoparaentender o significado de suavisão.
24 “Um período de setentasemanas de setefoidecretado ao seupovo e à suacidadesantaparadarfim à rebelião, acabarcom o pecado, fazerexpiaçãoporsuaculpa, trazerjustiçaeterna, confirmar a visãoprofética e ungir o lugarsantíssimo.
25Agoraouça e entenda! Passarãosetesemanas, mais 62 semanasdesdequefordada a ordemparareconstruirJerusalématé a chegada do governante, o Ungido. Apesardostemposdifíceis, Jerusalémseráreconstruídacomruas e fortesdefesas.
26 “Depoisdesseperíodo de 62 semanas de sete, o Ungidoserámorto, e nadadelerestará. Surgirá um governantecujosexércitosdestruirão a cidade e o templo. O fimchegarácomumainundação, e a guerra e seussofrimentosestãodecretadosdesdeessetempoaté o fim.
27 O governantefará um tratadocommuitospor um período de umasemana, masdepois de metadedessetempoeleacabarácom os sacrifícios e com as ofertas. E, numaparte do templo, elecolocaráumaterrívelprofanação, atéque o destinodeclaradoparaesseprofanadorsejafinalmentederramadosobreele”.
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