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Atos Cap. 1

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Capítulo 1

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Atos

Versão: Nova Tradução na Linguagem de Hoje
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Diego Vieira Dias em 26/11/2025
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1 Prezado Teófilo, No primeiro livro que escrevi, contei tudo o que Jesus fez e ensinou, desde o começo do seu trabalho 2 até o dia em que ele foi levado para o céu. Antes de ir para o céu, ele deu ordens, pelo poder do Espírito Santo, aos homens que ele havia escolhido como apóstolos.

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3 Depois da sua morte, Jesus apareceu a eles de muitas maneiras, durante quarenta dias, provando, sem deixar dúvida nenhuma, que estava vivo. Os apóstolos viram Jesus, e ele conversava com eles a respeito do Reino de Deus.

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4 Um dia, quando estava com os apóstolos, Jesus deu esta ordem: — Fiquem em Jerusalém e esperem até que o Pai lhes dê o que prometeu, conforme eu disse a vocês.

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5 Pois, de fato, João batizou com água, mas daqui a poucos dias vocês serão batizados com o Espírito Santo.

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6 Certa vez, os apóstolos estavam reunidos com Jesus. Então lhe perguntaram: — É agora que o senhor vai devolver o Reino para o povo de Israel?
Versículo 6
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Diego Vieira Dias em 01/02/2026

21. O Reino Inesperado: Por Que a Graça de Jesus se Torna uma Pedra de Tropeço? (Lc. 7:18-35; Is. 35:5-6; Is. 61:1)

Expectativas Frustradas: O Messias Político versus O Príncipe da Paz

Uma das razões centrais para o "tropeço" mencionado por Jesus reside na dissonância entre a agenda divina e a agenda política humana. No contexto do primeiro século, a Palestina estava sob o jugo de Roma. Havia uma expectativa fervorosa, alimentada tanto pelos zelotes quanto pela população comum, de que o Messias surgiria como um libertador militar. Esperava-se um rei que expulsasse os governadores romanos, destituísse os tetrarcas corruptos como Herodes e restabelecesse a soberania nacional de Israel com "mão de ferro".

É plausível imaginar que, no isolamento de sua cela, João Batista nutrisse esperanças semelhantes. Se o Cordeiro de Deus havia chegado, o passo lógico seguinte, na mente judaica da época, seria o julgamento das nações e a instauração visível do trono de Davi em Jerusalém. A lógica era simples: se Ele tem o poder, por que não derruba os tiranos agora?

Essa mentalidade persistiu até os últimos momentos de Jesus na terra. Mesmo após a ressurreição, conforme registrado no livro de Atos, os discípulos ainda perguntavam:

"Senhor, será este o tempo em que restaures o reino a Israel?" (Atos 1:6)

A resposta de Jesus sempre frustrou esse anseio por domínio territorial imediato. Ele deixa claro que o Seu Reino não opera mediante a imposição de força ou coerção política. Enquanto os homens esperavam um movimento que mudasse a sociedade de fora para dentro — através de decretos, guerras e revoluções —, Jesus inaugurou um movimento de dentro para fora.

O Reino de Deus, de fato, possui profundas implicações sociais, econômicas e políticas. Quando um indivíduo é transformado pelo Evangelho, ele passa a repartir o pão, a buscar a justiça e a amar o próximo, o que inevitavelmente impacta a economia e a sociedade ao seu redor. No entanto, isso não acontece através de um sistema imposto "goela abaixo". O Reino não é estabelecido pela espada de César, mas pela cruz de Cristo.

Aqui reside um contraste fundamental sobre a figura do "herói". A cultura humana tende a exaltar heróis que eliminam seus inimigos, que resolvem problemas através da força bruta e que subjugam os opositores. O herói do Reino, contudo, não é aquele que mata para estabelecer a paz, mas aquele que morre para reconciliar os inimigos.

"O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus ministros se empenhariam por mim, para que não fosse eu entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui." (Jo. 18:36)

Jesus frustra a expectativa de um "messias político" porque Ele não veio para reformar o Império Romano, mas para redimir a humanidade da escravidão do pecado — uma tirania muito mais letal do que a de qualquer imperador terreno. Aceitar essa proposta exige abandonar a idolatria pelo poder temporal e abraçar o caminho do serviço e do sacrifício.

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7 Jesus respondeu: — Não cabe a vocês saber a ocasião ou o dia que o Pai marcou com a sua própria autoridade.

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8 Porém, quando o Espírito Santo descer sobre vocês, vocês receberão poder e serão minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia e Samaria e até nos lugares mais distantes da terra.
Versículo 8
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Diego Vieira Dias em 07/02/2026

20. A Conversão Radical de Saulo e a Soberania Divina na Vida de Ananias (Atos 9:10-19)

1. A Continuidade da Narrativa: De Lucas a Atos dos Apóstolos

Para compreender a profundidade dos eventos narrados no livro de Atos, é essencial situar-se na linha do tempo histórica e teológica estabelecida pelo autor, Lucas. O médico e historiador dedicou dois volumes ao seu "caro amigo" Teófilo. O primeiro, o Evangelho de Lucas, detalha a vida de Jesus: seu nascimento milagroso, ministério, ensinamentos sobre o Reino de Deus, oposição enfrentada, crucificação e ressurreição.

O segundo volume, Atos dos Apóstolos, inicia-se exatamente onde o primeiro termina: com Jesus ressurreto subindo aos céus e deixando uma comissão clara aos seus discípulos. A missão era expandir o Evangelho partindo de Jerusalém, passando pela Judeia e Samaria, até os confins da terra.

"Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra." (Atos 1:8)

A narrativa de Atos descreve o nascimento da Igreja através do Pentecostes, onde o Deus que antes habitava entre os homens em carne, agora passa a habitar neles em Espírito. A partir desse ponto, observa-se o desenvolvimento da igreja nascente: a reunião no Pórtico de Salomão, a realização de sinais e maravilhas pelos apóstolos, a instituição dos primeiros diáconos para organização ministerial e a vida comunitária marcada pela singeleza de coração e partilha do pão.

Contudo, o crescimento do Evangelho também atraiu perseguição. O texto bíblico relata o martírio de Estêvão, apedrejado com o consentimento de um jovem chamado Saulo. Após esse evento, a perseguição se intensificou, levando discípulos como Filipe a pregarem em Samaria, rompendo as barreiras geográficas e culturais de Jerusalém. É neste cenário de expansão em meio à hostilidade que a figura de Saulo de Tarso ganha destaque central, sendo peça fundamental na divulgação futura da mensagem cristã, ainda que, inicialmente, sua intenção fosse destruí-la.

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9 Depois de ter dito isso, Jesus foi levado para o céu diante deles. Então uma nuvem o cobriu, e eles não puderam vê-lo mais.

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10 Eles ainda estavam olhando firme para o céu enquanto Jesus subia, quando dois homens vestidos de branco apareceram perto deles 11 e disseram: — Homens da Galileia, por que vocês estãoolhando para o céu? Esse Jesus que estava com vocês e que foi levado para o céu voltará do mesmo modo que vocês o viram subir.

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12 Então os apóstolos desceram o monte das Oliveiras e voltaram para Jerusalém (o monte fica mais ou menos a um quilômetro da cidade).

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13 Quando chegaram à cidade, eles foram até a sala onde estavam hospedados, a qual ficava no andar de cima da casa. Os apóstolos eram estes: Pedro, João, Tiago, André, Filipe, Tomé, Bartolomeu, Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão, o nacionalista, e Judas, filho de Tiago.

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14 Eles sempre se reuniam todos juntos para orar com as mulheres, a mãe de Jesus e os irmãos dele.

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15 Num desses dias de reunião, estavam presentes mais ou menos cento e vinte seguidores de Jesus. Nessa reunião Pedro se levantou e disse: 16Meus irmãos, tinha de acontecer aquilo que o Espírito Santo, por meio de Davi, disse nas Escrituras Sagradas a respeito de Judas, que foi o guia daqueles que prenderam Jesus.

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17 Judas era do nosso grupo e foi escolhido para tomar parte no nosso trabalho.

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18 (Com o dinheiro que tinha recebido pelo seu crime, Judas comprou um terreno. Nesse terreno ele caiu e se arrebentou, e os seus intestinos se esparramaram.

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19 Todos os moradores de Jerusalém ficaram sabendo disso. Por isso deram àquele terreno o nome de “Aceldama”, que na língua deles quer dizerCampo de Sangue.”)

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20 E Pedro continuou: — Isto é o que está escrito no Livro dos Salmos: “Que a casa dele fique abandonada, e ninguém mais more nela!” — E também diz: “Que outra pessoa faça o trabalho que ele fazia!”

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21 [21-22] — Portanto, precisamos escolher outro homem para pertencer ao nosso grupo e ser testemunha junto conosco da ressurreição do Senhor Jesus. Deve ser um daqueles que nos acompanharam durante o tempo em que o Senhor Jesus andou entre nós, desde que foi batizado por João até o dia em que foi levado para o céu.

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22 [21-22] — Portanto, precisamos escolher outro homem para pertencer ao nosso grupo e ser testemunha junto conosco da ressurreição do Senhor Jesus. Deve ser um daqueles que nos acompanharam durante o tempo em que o Senhor Jesus andou entre nós, desde que foi batizado por João até o dia em que foi levado para o céu.

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23 E foram apresentados dois homens: José, chamado Barsabás, que tinha o apelido de Justo, e Matias.

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24 Em seguida oraram, dizendo: — Senhor, tu conheces o coração de todos. Mostra agora qual dos dois escolheste 25 para trabalhar conosco como apóstolo, pois Judas abandonou este trabalho e foi para o lugar que ele merecia.

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26 Depois fizeram um sorteio para escolher um dos dois. O nome sorteado foi o de Matias, que se juntou ao grupo dos onze apóstolos.

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