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Atos Cap. 17

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Capítulo 17

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Atos

Versão: AS21
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1 Passando por Anfípolis e Apolônia, chegaram a Tessalônica, onde havia uma sinagoga dos judeus.

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2 Segundo o seu costume, Paulo compareceu à reunião deles, e por três sábados examinou com eles as Escrituras, 3 explicando e demonstrando que era necessário que o Cristo sofresse e ressuscitasse dentre os mortos. E dizia: Este Jesus que eu vos anuncio é o Cristo.

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4 Alguns deles foram convencidos e uniram-se a Paulo e Silas, bem como um grande número de gregos tementes a Deus e muitas mulheres de posição.

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5 Mas os judeus ficaram com inveja e, tomando consigo alguns homens maus dentre os desocupados, reuniram a multidão e tumultuaram a cidade. Então invadiram a casa de Jasom, procurando Paulo e Silas, a fim de entregá-los ao povo.

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6 Todavia, como não os encontraram, arrastaram Jasom e alguns irmãos à presença das autoridades da cidade, gritando: Esses homens que têm agitado o mundo chegaram também aqui, 7 e Jasom os acolheu. Todos eles procedem contra os decretos de César, dizendo haver outro rei, Jesus.

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8 Assim, provocaram a multidão e as autoridades da cidade que ouviram essas coisas.

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9 Mas, recebendo fiança de Jasom e dos demais, eles os soltaram.

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10 E, de noite, os irmãos logo enviaram Paulo e Silas para Bereia. Quandochegaram, foram à sinagoga dos judeus.

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11 Os de Bereia tinham mente mais aberta que os de Tessalônica, pois se mostraram muito interessados ao receber a palavra, examinando diariamente as Escrituras para ver se as coisas eram de fato assim.

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12 Desse modo, muitos deles creram, bem como bom número de mulheres gregas de alta posição e vários homens.

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13 Mas, logo que os judeus de Tessalônica souberam que Paulo anunciava a palavra de Deus também em Bereia, foram paraincitar e acirrar as multidões.

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14 Imediatamente os irmãos enviaram Paulo para a região litorânea; mas Silas e Timóteo ficaram ali.

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15 E os que acompanhavam Paulo, levaram-no até Atenas. De lá, partiram com instruções para que Silas e Timóteo fossem encontrar-se com ele o mais depressa possível.

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16 Enquanto Paulo esperava por eles em Atenas, sentia grande indignação, vendo a cidade cheia de ídolos.

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17 Por essa razão, discutia na sinagoga com os judeus e os gregos tementes a Deus, e todos os dias na praça com os que ali se achavam.

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18 Alguns filósofos epicureus e estoicos puseram-se a debater com ele. Uns perguntavam: O que este falador quer dizer? E outros diziam: Parece ser propagador de deuses estranhos. Pois Paulo anunciava a boa-nova de Jesus e a ressurreição.

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19 Então o tomaram e o levaram ao Areópago. E disseram: Podemos saber que ensino novo é esse de que falas?

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20 Pois estás nos anunciando coisas estranhas. Portanto, queremos saber o que é isso.

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21 Todos os atenienses, como também os estrangeiros que ali residiam, não tinham outro interesse a não ser contar ou ouvir a última novidade.

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22 Então Paulo ficou de pé no meio do Areópago e disse: Homens atenienses, em tudo vejo que sois excepcionalmente religiosos.

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23 Porque, ao passar e observar os objetos do vosso culto, encontrei também um altar em que estava escrito: AO DEUS DESCONHECIDO. É exatamente este que honrais sem conhecer que eu vos anuncio.

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24 O Deus que fez o mundo e tudo o que nele há, Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens.
Versículo 24
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Diego Vieira Dias há 4 semanas

5. Sola Gratia: O Poder Transformador da Graça: Da Fraqueza Humana à Justificação Divina (2 Co 12:9-10; Lc 15; Rm 3:21-26)

As Três Dimensões da Graça Divina: Comum, Salvadora e Justificadora

A teologia cristã frequentemente busca categorizar a operação da graça para facilitar a compreensão da sua vastidão. Influenciados por pensadores como John Wesley, que distinguia a graça em preveniente, justificadora e santificadora, podemos observar no texto bíblico três dimensões fundamentais de como Deus alcança o ser humano: a Graça Comum, a Graça Salvadora e a Graça Justificadora.

1. A Graça Comum

Esta é a manifestação mais abrangente da bondade de Deus, estendida a toda a humanidade, independentemente de credo ou comportamento moral. É o favor divino que sustenta a existência do universo e a vida biológica. O apóstolo Paulo discursa sobre isso em Atenas:

"Nem é servido por mãos humanas, como se precisasse de alguma coisa, pois ele mesmo é quem a todos dá vida, respiração e tudo mais." (Atos 17:25)

A Graça Comum é a razão pela qual o sol nasce sobre justos e injustos. É ela que explica livramentos inexplicáveis em acidentes, a saúde cotidiana e a provisão básica, mesmo para aqueles que nunca entraram em um templo ou que vivem em iniquidade. É o primeiro estágio do amor de Deus, comunicando-se através da criação e da preservação da vida, sinalizando que há um Criador cuidando da criatura.

2. A Graça Salvadora

Se a Graça Comum sustenta a vida física, a Graça Salvadora visa a redenção da alma. Embora disponível a todos, ela requer uma resposta individual. A carta a Tito descreve sua manifestação:

"Porque a graça de Deus se manifestou trazendo salvação a todos." (Tito 2:11)

Há uma distinção crucial aqui: a graça se manifestou a todos, mas sua eficácia salvífica opera naqueles que a recebem. Conforme João 1:11-12, a filiação divina é concedida "a todos quantos o receberam". Esta graça opera em conjunto com o Espírito Santo, que convence o homem "do pecado, da justiça e do juízo" (João 16:8). É o momento em que o indivíduo deixa de ser apenas uma criatura sustentada pela Graça Comum e passa a crer em Cristo, aceitando a oferta de salvação.

3. A Graça Justificadora

Este é o aspecto jurídico e transformador da graça. A justificação não é apenas um perdão sentimental; é um ato legal divino.

"Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus." (Romanos 3:24)

A justificação pode ser entendida como o ato de declarar justo aquele que é culpado. Diferente da inocência (que implica não ter cometido o crime), a justificação reconhece a culpa do réu, mas altera o seu status diante do Juiz devido ao pagamento efetuado por um substituto.

Pela Graça Justificadora, o status do ser humano muda radicalmente. Ele deixa de ser "estrangeiro e peregrino" para se tornar "concidadão dos santos e membro da família de Deus" (Efésios 2:19). Aquele que foi alcançado por esta graça não é alguém que nunca falhou, mas é um "pecador justificado". As dívidas passadas são canceladas, e uma nova identidade é estabelecida. Onde abundou o pecado, a graça superabundou, não para dar liberdade para pecar, mas para dar poder para viver uma nova vida.

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25 Tampouco é servido por mãos humanas, como se necessitasse de alguma coisa. Pois é ele mesmo quem dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas.

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26 De um só fez toda a raça humana para que habitasse sobre toda a superfície da terra, determinando-lhes os tempos previamente estabelecidos e os territórios da sua habitação, 27 para que buscassem a Deus e, mesmo tateando, pudessem encontrá-lo. Ele, de fato, não está longe de cada um de nós; 28 pois nele vivemos, nos movemos e existimos, como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois dele também somos geração.
Versículo 26
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Diego Vieira Dias em 21/01/2026

11. A Soberania Divina e os Decretos de Deus: Entendendo o Plano Eterno, o Problema do Mal e a Liberdade Humana (Ef. 1:11; Rm. 11:36; Is. 46:10)

A Universalidade do Plano Divino: Do Destino das Nações aos Detalhes Cotidianos

Uma das implicações mais impressionantes da doutrina dos decretos é a sua abrangência. A soberania de Deus não se restringe a eventos "espirituais" ou a grandes marcos da história da salvação; ela permeia cada átomo do universo e cada segundo da existência temporal. A teologia reformada sustenta que o decreto de Deus é universal, cobrindo desde a ascensão e queda de impérios até os aspectos mais triviais da vida cotidiana.

O Controle sobre a História e as Nações

Em um nível macroscópico, a Bíblia apresenta Deus como o Senhor da história. Ele determina os tempos designados para as nações e os limites de sua habitação. Impérios não surgem pelo poder inerente de seus governantes, nem caem apenas por erros estratégicos; tudo ocorre sob a supervisão direta da providência divina.

"De um só homem fez todas as nações para habitarem sobre a face da terra, havendo fixado os tempos previamente estabelecidos e os limites da sua habitação; 27 para buscarem Deus se, porventura, tateando, o possam achar, ainda que não esteja longe de cada um de nós;" (Atos 17:26)

Esta verdade é ilustrada vividamente no livro de Daniel, onde é declarado que Deus "remove reis e estabelece reis" (Dn 2:21). Nabucodonosor, o grande monarca da Babilônia, foi levado a reconhecer que o domínio de Deus é eterno e que Ele age como quer no exército dos céus e entre os habitantes da terra. Nenhuma decisão política, guerra ou tratado de paz ocorre fora do decreto soberano.

A Soberania sobre a Vida Humana

Descendo do nível geopolítico para o individual, os decretos de Deus determinam a duração exata da vida de cada ser humano. A existência não é uma questão de sorte biológica. O nascimento, as circunstâncias da vida e o momento da morte estão todos escritos no livro de Deus antes mesmo de acontecerem.

"Visto que os seus dias estão contados, o número dos seus meses está contigo; fixaste-lhe limites que não passará." (Jó 14:5)

"Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia." (Salmos 139:16)

Isso oferece um profundo conforto diante da fragilidade da vida: o ser humano é imortal até que se cumpra o propósito de Deus para ele. Nem doenças, nem acidentes podem abreviar o tempo determinado pelo Criador.

O Controle sobre o "Acaso" e os Detalhes Mínimos

Talvez o aspecto mais desafiador para a mente humana seja aceitar que Deus governa sobre o que chamamos de "acaso" ou "sorte". Em um mundo regido por leis físicas e variáveis complexas, eventos aleatórios parecem escapar de qualquer controle. No entanto, a Escritura afirma que até mesmo o resultado de um sorteio é determinado pelo Senhor.

"A sorte se lança no regaço, mas do SENHOR procede toda a determinação." (Provérbios 16:33)

Além disso, Jesus ensinou que a providência divina se estende ao reino animal e aos detalhes anatômicos de nossos corpos. Nem um pardal cai no chão sem o consentimento do Pai, e até os cabelos da nossa cabeça estão contados.

"Não se vendem dois pardais por uma moedinha? Entretanto, nenhum deles cairá no chão sem o consentimento do Pai de vocês." (Mateus 10:29-30)

Portanto, não existem "acidentes" no sentido teológico estrito. O que percebemos como coincidência ou aleatoriedade é, na verdade, a mão invisível de Deus operando dentro de uma complexidade que nossa mente finita não consegue rastrear. Desde a trajetória de uma partícula subatômica até o movimento das galáxias, tudo está sustentado e direcionado pela palavra do Seu poder e pelo conselho da Sua vontade.

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29 Sendo nós gerados por Deus, não devemos pensar que a divindade seja semelhante ao ouro, à prata, ou à pedra esculpida pela arte e imaginação humana.

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30 Deus não levou em conta os tempos da ignorância, mas agora ordena que todos os homens, em todos os lugares, se arrependam, 31 pois determinou um dia em que julgará o mundo com justiça, por meio do homem que estabeleceu com esse propósito. E ele garantiu isso a todos ao ressuscitá-lo dentre os mortos.
Versículo 30
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Diego Vieira Dias em 24/01/2026

4. Soteriologia em Foco: O Grande Debate entre Calvinismo e Arminianismo e a Doutrina da Salvação (Rm. 9; Ef. 1; Jo. 10)

A Perspectiva de Jacó Armínio e os Cinco Pontos do Arminianismo

Enquanto o calvinismo se consolidava, surgiu uma voz dissidente dentro da própria igreja reformada holandesa: Jacó Armínio (Jacobus Arminius). Curiosamente, Armínio foi aluno de teólogos calvinistas e iniciou sua carreira defendendo essas doutrinas. No entanto, ao se debruçar sobre as Escrituras para debater contra opositores, ele acabou convencido de que certos pontos do calvinismo rígido estavam equivocados.

Suas ideias foram sistematizadas postumamente por seus seguidores no documento conhecido como Remonstrance (Remonstrância) de 1610. Abaixo, exploramos os cinco pontos do Arminianismo, que funcionam como um contraponto direto aos cinco pontos calvinistas.

1. Graça Preveniente (Prevenient Grace)

O arminianismo concorda com a depravação humana: o homem é pecador e não pode salvar-se sozinho. Contudo, discorda que Deus deixe a humanidade nesse estado de total incapacidade passiva.

A doutrina da Graça Preveniente ensina que Deus libera uma graça que "vem antes" (precede) da salvação, restaurando no homem pecador a capacidade de responder ao chamado de Deus. É como se o "salva-vidas" não apenas tirasse a pessoa da água à força, mas a colocasse em uma posição segura onde ela recupera a consciência e pode escolher segurar a mão do resgatador.

"E eu, quando for levantado da terra, todos atrairei a mim." (João 12:32)

"Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam." (Atos 17:30)

2. Eleição Condicional (Conditional Election)

Diferente da escolha arbitrária baseada apenas na soberania (calvinismo), o arminianismo defende que a eleição de Deus é baseada na Sua pré-ciência.

Deus, sendo onisciente, sabe desde a eternidade quem irá crer e quem rejeitará o Evangelho. Assim, Ele elege para a salvação aqueles que Ele previu que aceitariam a Cristo livremente através da fé. A condição para a eleição é a fé em Jesus.

"Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo..." (1 Pedro 1:2)

"Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho..." (Romanos 8:29)

3. Expiação Universal (Unlimited Atonement)

Em oposição direta à expiação limitada, Armínio defendia que o sacrifício de Jesus na cruz foi suficiente e intencional para toda a humanidade, e não apenas para os eleitos.

Embora o sacrifício seja suficiente para todos, ele só é eficiente (só salva de fato) aqueles que creem. A morte de Cristo abriu a porta da salvação para o mundo inteiro, tornando a redenção acessível a qualquer um que se arrependa.

"E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo." (1 João 2:2)

"O qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade." (1 Timóteo 2:4)

4. Graça Resistível (Resistible Grace)

Enquanto o calvinista crê que o chamado de Deus é irresistível para os eleitos, o arminiano sustenta que Deus, em Sua soberania, decidiu não violar o livre-arbítrio humano. Portanto, o Espírito Santo convence e chama, mas o ser humano pode, obstinadamente, resistir a esse chamado e rejeitar a salvação.

"Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim vós sois como vossos pais." (Atos 7:51)

"Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste!" (Mateus 23:37)

5. Possibilidade de Perda da Salvação (Falling from Grace)

Este é o ponto de maior divergência prática. O arminianismo clássico ensina que é possível que um crente verdadeiro, que já experimentou a regeneração, se desvie da fé, deixe de perseverar e, consequentemente, perca a salvação. A segurança da salvação está condicionada à permanência em Cristo.

"Porque é impossível que os que já uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se fizeram participantes do Espírito Santo... E recaíram, sejam outra vez renovados para arrependimento..." (Hebreus 6:4-6)

"Porque melhor lhes fora não terem conhecido o caminho da justiça, do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado." (2 Pedro 2:21)

Representantes Notáveis:
Historicamente, John Wesley (fundador do Metodismo) foi o grande propagador da teologia arminiana. No cenário contemporâneo, destacam-se o teólogo Roger Olson e a grande maioria das denominações pentecostais, como as Assembleias de Deus.

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32 Mas, quando ouviram falar em ressurreição de mortos, uns zombaram, e outros disseram: Sobre isso te ouviremos em outra oportunidade.

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33 Então, Paulo saiu do meio deles.

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34 Todavia, alguns homens uniram-se a ele e creram, entre os quais Dionísio, membro do conselho do Areópago, uma mulher chamada Dâmaris e com eles ainda outros.

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