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A Liberdade Controlada pelo Amor
A primeira carta de Paulo aos Coríntios é um documento fascinante que trata de questões práticas e teológicas profundas enfrentadas pela igreja primitiva. No capítulo 9, especificamente nos versículos 15 a 27, o apóstolo Paulo aprofunda uma discussão iniciada anteriormente sobre a liberdade cristã e o uso de direitos pessoais. Para compreendermos a força de suas palavras, é essencial situar o contexto: a igreja de Corinto estava dividida quanto à licitude de comer carne sacrificada a ídolos.
Naquela época, grande parte da carne disponível nos mercados ou consumida em celebrações sociais provinha de animais abatidos em templos pagãos.
Matéria: Bíblia
1. A Transgressão de Nadabe e Abiú e o Juízo Divino
O capítulo 10 do livro de Levítico narra um dos eventos mais impactantes e trágicos logo após o período de consagração do Tabernáculo e a instituição do sacerdócio levítico. Após sete dias de cerimônias meticulosas e a glória de Deus se manifestando ao povo, ocorre uma ruptura abrupta causada pela ação de dois filhos de Arão: Nadabe e Abiú.
O texto bíblico descreve que ambos tomaram os seus incensários, colocaram fogo e incenso neles e trouxeram "fogo estranho" perante a face do Senhor. A gravidade deste ato reside na natureza da oferta: era algo que Deus não lhes havia ordenado.
"Nadabe e Abiú, filhos de Arão, tomaram cada um o seu incensário, e puseram neles fogo, e puseram incenso sobre ele, e trouxeram fogo estranho perante a face do Senhor, o que não lhes ordenara.
Matéria: Bíblia
O Monte e a Oração: A Base da Escolha Divina
O texto de Lucas, no capítulo 6, apresenta um momento crucial no ministério de Jesus: a transição de uma atuação solitária para o estabelecimento de um grupo que caminharia com Ele e daria continuidade à Sua obra. Antes de nomear seus apóstolos, o evangelista relata um movimento preparatório que carrega um significado profundo para a compreensão da vida espiritual.
"Naqueles dias, retirou-se para o monte a fim de orar; e passou a noite orando a Deus." (Lucas 6:12)
A imagem de Jesus subindo ao monte e permanecendo em vigília durante toda a noite nos confronta com uma realidade desconcertante. Se o próprio Filho de Deus, que carregava em si a plenitude da divindade, sentiu a necessidade imperativa de gastar uma madrugada inteira em diálogo com o Pai antes de tomar uma decisão, o que isso diz sobre a nossa autossuficiência?
Frequentemente, na sociedade contemporânea, somos tentados a pular esta etapa.
Matéria: Bíblia
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